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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

E SE O EMPREGADO MORRER, O QUE A FAMÍLIA RECEBE?

 O cálculo da rescisão em caso de morte é semelhante ao do pedido de demissão. Os dependentes ou sucessores receberão FGTS e abonos salariais - quando existirem -, o saldo dos salários, 13º e férias proporcionais. A família recebe, ainda, restituições do Imposto de Renda. A empresa tem 10 dias, a contar no dia da morte, para efetuar a rescisão contratual.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

QUAL A TEMPERATURA IDEAL PARA MANTER NOS ESCRITÓRIOS?

Nesses dias de sol escaldante e de pancadas de chuva no final da tarde, muitos devem se perguntar, qual a temperatura ideal? Essa questão é pivô de muitas discussões dentro dos escritórios.
Via de regra as mulheres são mais sensíveis ao ar condicionado, preferem temperaturas mais quentes. Mas, como toda regra tem sua exceção, as que estão na menopausa não pensam assim. Já os homens, gostam de um clima que lembra mais o habitat dos pinguins, quanto mais congelante melhor. Nos trabalhos de ergonomia que fazemos notamos que 9 a cada 10 pessoas entrevistadas, se queixam com relação ao conforto térmico nos escritórios.
Um ambiente muito quente contribui para tensão, estresse, e interfere na produtividade das pessoas. Uns sentem mais outros menos, mas todos são afetados.
A máquina de produzir calor
O ser humano tem uma grande capacidade de adaptação, ao contrário dos outros animais. Graças a ausência de pelo e as glândulas sudoríparas, responsáveis pelo suor, nosso corpo se mantém a uma temperatura que varia entre 35 graus e 39 graus, fora dessa faixa é sinal que algo não está bem. A lenda que os gordinhos sentem menos frio, faz sentido já que o tecido adiposo (gordura) funciona com um isolante térmico. Nosso corpo é uma máquina de produzir calor, e faz isso o tempo todo, devido ao processo de queima da glicose, proteína e gordura pelo oxigênio que tem como efeito a liberação do CO2 e água.
O efeito sauna
A válvula de escape para manter a temperatura do corpo é o suor, mas não necessariamente ele em si. Não adianta suar, é preciso que haja uma troca com o ambiente, que esse suor evapore. Por isso, ao contrário do que muitos pensam, um ambiente quente, com temperatura acima de 35 graus e que tenha a umidade relativa também alta, não é confortável, pelo contrário. O ar que já está próximo da saturação, não favorece a evaporação, contribuindo para que a sensação térmica seja ruim. Quem já desceu no aeroporto de Manaus sabe do que eu estou falando. É como estar dentro de uma sauna.
Mas, ainda não acabou, outro fator que interfere no conforto térmico além da umidade relativa e da temperatura em si, é a velocidade do ar. O deslocamento do ar retira a camada de ar quente de que está próximo a pele, renovando-a por um ar menos saturado.
Vamos as normas
Existe um parâmetro, previsto em norma. A NR17 do Ministério do Trabalho, determina que a temperatura do ambiente de trabalho onde são executadas atividades que exige da galera o intelecto, tais como: laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento, análise de projetos, tenham temperatura efetiva entre 20 e 23 graus centígrados, com umidade relativa inferior a 40%. Já a ISO 9241 recomenda temperatura de 20 a 24 graus no verão e 23 a 26 graus no inverno, com umidade relativa entre 40 e 80%. E acreditem, até limite para a velocidade do ar é parametrizado, não deve ser superior a 0,75 m/s.
5 dicas práticas para melhorar o conforto térmico do seu ambiente de trabalho.
1. Crie advogados
Não dá para agradar todo mundo. Sendo assim, o único jeito é padronizar e estabelecer uma regra, deixando claro para toda galera quais os valores aceitáveis. Padronize a temperatura ambiente entre 20 e 23 no verão e 23 a 26 graus no inverno. Coloque esses valores em um papel com uma moldura bem bonita e pendure próximo ao ar condicionado, em um local onde todos possam ver;
2. Dança das cadeiras
Proponha uma mudança nos locais onde as pessoas sentam. Quem é chegado em um ar condicionado senta mais próximo do bicho e os mais friorentos ficam longe.
3. Com que roupa eu vou
Dê atenção ao tipo de vestimenta que você vai usar. Parece simples, mas ninguém faz. A roupa funciona como um isolante térmico. Se você sente frio e vai trabalhar de regata só por que trabalha dentro de um escritório, não adianta colocar a culpa na galera do ar. O inverso também se aplica, camisetas de algodão são mais confortáveis.
4. Planeje seus horários
Se você é o que sofre com calor e tem que fazer alguma atividade que envolva um esforço físico maior, tipo fazer uma inspeção dentro da fábrica, acessar áreas com lances de escada, organizar um arquivo morto, sei lá o que mais… Deixe isso para o período da manhã, onde o sol está mais baixo e a temperatura é mais amena, ou para o final da tarde. Já você que sente frio até debaixo do cobertor, faça o inverso, fique no escritório pela manhã onde teoricamente os caras pegão mais leve com o ar e saia nos horários mais quentes.
5. Cuide do seu corpo
Regras simples de saúde ajudam na questão do conforto térmico. Fazer atividades físicas regularmente, escolher um cardápio mais leve em dias quentes e se hidratar sempre ajudam na sensação do conforto térmico.
É isso ai… Agora você tem argumentos para negociar com seus colegas de trabalho para que todo mundo, ou pelo menos a maioria fique feliz.
Imprima o arquivo em pdf, cole no mural (para isso, acessa o Acervo 2.0 e o FALA ERGO!), mande por e-mail, fale com os caras que cuidam dessa área ai na sua empresa.
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OS 10 MANDAMENTOS DE ERGONOMIA PARA LEVANTAR E MANUSEAR CARGAS

1. Pegue a carga o mais próximo do corpo.
2. Não flexione o tronco (dobrar a coluna) quando abaixar para pegar uma carga.
3. Sempre que for movimentar uma carga a distâncias maiores que 2 metros, utilize um carrinho ou empilhadeira.
4. Sempre que for levantar uma carga cujo peso seja maior que 15 kg, peça ajuda a um colega.
5. Evite levantar cargas torcendo o tronco para os lados.
6. Respeite pausas entre um levantamento e outro, o ideal é manter a frequência de 1 levantamento a cada 5 minutos.
7. Não eleve cargas acima do nível da cabeça.
8. Sempre que for levantar ou movimentar uma carga, mantenha uma postura de base: pernas afastadas umas das outras, joelhos semi flexionados, coluna ereta, braços próximos ao corpo (braços na vertical).
9. Na movimentação de carrinhos, prefira empurrar ao invés de puxar.
10. Quando estiver movimentando cargas instáveis (bombonas, sacos, ou recipientes com líquido), onde o baricentro se desloca, redobre a atenção quanto a sua postura.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR

1) O que é Saúde do Trabalhador?
O termo Saúde do Trabalhador sugere uma preocupação com o estado de saúde geral do trabalhador, compreendendo, além da simples ausência de doença, um estado de bem-estar social, físico e mental. Além disso, é um termo histórico, que carrega um conceito que pressupõe a participação dos trabalhadores em todas as questões que dizem respeito à saúde.

2) O que faz o Departamento de Saúde e Segurança do Trabalhador?
O departamento realiza fiscalização em conjunto com os órgãos públicos para identificar irregularidades no ambiente de trabalho e formular propostas com o objetivo de eliminar as causas de acidentes e doenças ocupacionais que provocam danos à integridade física e mental e dispõe de material de Prevenção e conhecimento das doenças relacionadas ao trabalho.

A) Fiscalizações
O trabalho de fiscalização do Sindicato é realizado a partir de denúncias, preservando o anonimato do denunciante. É feita a verificação da organização do ambiente de trabalho, estocagem, higiene de refeitórios e sanitários, equipamentos de proteção individuais e CIPA (que devem estar de acordo com as Normas Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho).
Denúncia/Orientações: 2111-1768 e 2111-1772 - Orientações Cipa: 2111-1760 e 2121-5989. Endereço eletrônico: segurancatrab@comerciarios.org.br.

B) Atendimento
O atendimento tem como objetivo, orientar e encaminhar todos os comerciários que estiverem necessitando dos seguintes serviços: informações referentes à Previdência Social (INSS); agendamento de perícia médica, como auxílio-doença previdenciário ou acidentário (CAT), pedido de prorrogação e reconsideração todos através de solicitação médica.

C) Médico do Trabalho
As doenças do trabalho, ou doenças ocupacionais/profissionais, são aquelas decorrentes da exposição dos trabalhadores aos riscos ambientais, ergonômicos ou de acidentes. Elas se caracterizam quando estabelece o nexo causal entre os danos observados na saúde do trabalhador e a exposição a determinados riscos ocupacionais, e aqui começa o trabalho do Médico do Trabalho. Dessa forma, se o risco está presente, uma conseqüência é a atuação sobre o organismo humano a que ele está exposto, alterando sua qualidade de vida. Essa alteração pode ocorrer de diversas formas, dependendo dos agentes atuantes, do tempo de exposição, das condições inerentes a cada atividade do indivíduo e de fatores do meio em que se vive. 

D) Dados do Departamento
Nº de Atendimentos no Departamento, em 2010 = 5.166
Nº de Atendimentos Médico do Trabalho, em 2010 = 1067
Nº de CATs emitidas, em 2009 = 95
Diagnóstico dos Trabalhadores Atendidos, em 2010:
LER/DORT = 559 (52%)
Coluna = 212 (20%)
Saúde mental = 99 (9%)
Outros = 205 (19%)

E) Atendimento Previdenciário
- Tem como objetivo orientar o segurado do INSS. 
- Propõe ações requerendo o direito a benefícios que são negados pelo INSS, tais como:
- Auxílio-Doença Previdenciário;
- Auxílio-Acidente;
- Amparo Assistencial ao Idoso e ao Deficiente;
- Orientações gerais sobre os direitos junto à Previdência Social. 
Orientações: 2111-1814 /2111-1759

F) Aposentadoria: Assessorar o comerciário nos procedimentos para obtenção do benefício. O setor realiza:
- Contagem;
- Simulação de valores;
- Orientações sobre o benefício;
- Protocolo do processo para associados.
Telefones: 2111-1769/1862/1768

Direitos dos Trabalhadores (conceitos)
• Realizar exames de saúde na contratação, durante a permanência no emprego e na demissão, com custos pagos pela empresa;
• Ser informado sobre riscos existentes em seu ambiente de trabalho;
• Ter à disposição Equipamento de Proteção Individual (EPI);
• Receber da Previdência Social (INSS) os benefícios acidentários ou previdenciários nos casos de afastamento por mais de 15 dias, incapacidade e seqüelas;
• Ter estabilidade no emprego durante o tratamento e garantia de 12 meses de contrato de trabalho após a alta do INSS, quando se tratar de acidente de trabalho, caso seja assegurado da previdência social;
• Interromper o trabalho quando houver grave e iminente risco à saúde.

Doenças relacionadas ao Trabalho
• As doenças do trabalho referem-se a um conjunto de danos ou agravos que incidem sobre a saúde dos trabalhadores, causados, desencadeados ou agravados por fatores de risco presentes nos locais de trabalho.
• Tradicionalmente, os riscos presentes nos locais de trabalho são classificados em: agentes físicos; agentes químicos; agentes biológicos; organização do trabalho: divisão do trabalho, pressão da chefia por produtividade ou disciplina, ritmo acelerado, repetitividade de movimento, jornadas extensas, trabalho noturno ou turnos, organização do espaço físico, esforço físico intenso, levantamento manual de peso, posturas e posições inadequadas, entre outros.
• Doenças relacionadas ao trabalho são equivalentes ao acidente de trabalho, para fins de concessão dos benefícios previdenciários, sendo chamadas pela Legislação Previdenciária de “doença ocupacional” ou “doença do trabalho”.

Acidente de Trabalho
Acidente que ocorre pelo exercício do trabalho e a serviço da empresa (fora do local de trabalho), ou durante o trajeto (residência/trabalho/residência), provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou redução da capacidade para o trabalho permanente ou temporário.
Como agir em caso de Doenças ou Acidentes de Trabalho
• A empresa deve emitir a CAT (Comunicação de Acidentes do Trabalho) e encaminhar para registro do INSS, independente de necessitar ou não de afastamento do trabalho.
Como agir em caso de Doenças
• A empresa deve emitir o requerimento do auxílio-doença e o agendamento da perícia médica pode ser feito pelo telefone 135 (ligação gratuita de telefones fixos) ou pela página da Previdência Social na internet (www.previdencia.gov.br).
Se a empresa não tomar estas providências citadas a cima, o trabalhador deve procurar os serviços de saúde pública ou o SINDICATO para orientações e emissão destas documentações através dos telefones: 2111-1833/2111-1768/2111-1772


sábado, 6 de abril de 2013

O REGISTRO DA CAT É OBRIGATÓRIO E DEVE SER FEITO PELA INTERNET


O empregado que sofre acidente de trabalho tem direito ao auxílio-doença se o seu afastamento for superior a 15 dias. Dependendo da gravidade, esse benefício poderá ser convertido em auxílio-acidente, aposentadoria por invalidez ou pensão por morte.
Ao sofrer o acidente, o segurado, primeiro, fica afastado por até 15 dias, a cargo do empregador. Se a licença for superior ao 15º dia e a perícia médica do INSS julgar que há incapacidade para o trabalho, ele passa a receber o auxílio-doença acidentário. Se a lesão resultar em seqüela definitiva que também provoque redução da capacidade para o trabalho e/ou impossibilite o segurado de desempenhar a mesma função, ele terá direito ao auxílio-acidente (podendo passar por processo de reabilitação profissional).

Tem direito aos benefícios acidentários o segurado empregado (agora com a nova lei dos empregados domésticos  também estão inclusos), o trabalhador avulso, o segurado especial e o médico residente. O auxílio-doença equivale a quase 100% do salário de contribuição e o auxílio-acidente corresponde à metade do mesmo salário.

 O segurado que sofre lesão definitiva decorrente de acidente de trabalho recebe o auxílio-acidente até a véspera de início da aposentadoria, ou até a sua morte. "Em caso de morte, o benefício é convertido em pensão para a família, quando essa passa a receber o valor integral do salário de contribuição", lembra ele.
Documentos - Para receber qualquer benefício acidentário, o segurado deve ir à unidade do INSS com os seguintes documentos: Carteira de Trabalho (ou contrato), PIS/PASEP, CPF, Carteira de Identidade, relação dos salários recebidos de julho de 94 até o mês anterior ao do afastamento, Certidão de Nascimento dos dependentes e, quando for o caso, Termo de Tutela/Curatela. Também é preciso levar a ocorrência policial, quando houver; se for segurado especial, documentos que comprovem o exercício da atividade rural; no caso de morte, Certidão de Óbito e laudo do exame cadavérico (se houver); para o caso de requerimento de pensão, documentos dos dependentes; o trabalhador avulso também deve apresentar declaração do Órgão Gestor de Mão-de-Obra (Ogmo) e o médico residente o comprovante de inscrição no INSS, carnês de recolhimento de contribuições e o contrato de residência médica. Mas para o segurado ou sua família ter direito a qualquer benefício, é preciso que a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) tenha sido registrada.
O registro da CAT deve ser feito pela empresa até 24 horas depois do acidente. Se a empresa se omitir, o próprio empregado poderá fazer a comunicação. Mas não é preciso ir até uma unidade do INSS, pois desde janeiro último o registro da CAT pode ser feito pela Internet. Para registrar a CAT, pela primeira vez, é só instalar o programa. Ao acessar a página da Previdência (www.previdenciasocial.gov.br), o usuário deve clicar na opção "Serviços" e, em seguida, no item "Cadastramento da CAT". Logo depois a empresa (ou empregado) deve fazer o download do aplicativo. O passo seguinte é pedir para "salvar este programa...". Finalizada a instalação, aparecerá o ícone da CAT na tela do vídeo, inclusive com "óbito" ou sua reabertura. O empregador/empregado deverá clicar sempre que precisar comunicar um acidente.
SAT - O Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS), junto com outros órgãos do governo, está estudando a criação de um novo modelo de Seguro de Acidentes de Trabalho (SAT). O novo documento quebrará o monopólio estatal do INSS porque abrirá para a iniciativa privada a possibilidade de operar concorrentemente com o Instituto. As mudanças estão previstas na Emenda nº 20 , da Constituição Federal.

OBS. O INSS paga auxílio-acidente depois do 16º dia do afastamento (MPAS). O que tende a ser em breve alterada para 30 dias.

FONTE: http://www.fiscosoft.com.br/n/aqe7/27032000-inss-paga-auxilio-acidente-depois-do-16-dia-do-afastamento-mpasapplicationtitulo1registro-da-cat-e-obrigatorio-e-pode-ser-feito-pela-internetapplicationfimtitulo1applicatio

quinta-feira, 21 de abril de 2011

SEGURANÇA DOMÉSTICA (Realizando Trabalho Em Casa)



ATERRAMENTO PARA COMPUTADORES

Como normalmente as residências (95%) não possuem o fio terra o indicado para a instalação de um computador a solução é utilizar estabilizador de carcaça plástica, pois para ser um isolante evita 100% dos choques elétricos sendo essencial para o funcionamento dos computadores. Normalmente são colocados no chão onde o perigo torna-se de alto risco, pois os adultos e principalmente as crianças poderão tomar um choque, porque a caixa dos estabilizadores normalmente são metálicas e na instalação não se o terra, correndo um constante perigo.

Os usuários que estão nesta situação devem trocar urgentemente o estabilizador por um de gabinete plástico ou regularizar a sua instalação.


CHUVEIRO ELÉTRICO

Na residência, o chuveiro elétrico é o equipamento de maior risco porque o choque elétrico ocorre no corpo humano com a pele molhada. De acordo com as Normas, na área do chuveiro, isto é, no box, não podem existir tomadas nem dispositivos de controle e manobras. A mudança de temperatura de chuveiros comumente utilizados é feita utilizando-se uma chave seccionadora do tipo faca, instalada na parte superior do chuveiro.

Esta chave de manobra tem os seguintes problemas:

Não é adequada para operar sob carga;

Não está posicionada na parte superior;

Está muito alta para o operador;

Está muito próxima do chuveiro;

Geralmente é muito dura;

Contraria a Norma.

Muitas pessoas, e com razão, tem receio em manobrar esta chave, utilizando para tal, atitudes esdrúxulas, com o emprego de:

Cabo de vassoura;

Toalhas; chinelos;

Etc.


Muitas pessoas, por desconhecimento, efetuam a mudança de temperatura do banho com o chuveiro ligado, correndo sérios riscos de vida, pois inevitavelmente nestas condições a pele está molhada. Além de todos estes problemas, há ainda o problema das instalações inadequadas de chuveiros elétricos.

Pode – se classificar essas instalações em:

Instalações Muito Comuns

Instalações Comuns

Instalações Melhores

A Melhor Instalação, sem Riscos


INSTALAÇÃO MUITO COMUM

Atualmente alguns fabricantes constroem o chuveiro elétrico com um pedaço de fio muito curto, dificultando a realização de uma boa conexão. A fita isolante destas emendas, com o tempo, desprende e a forte umidade propicia a corrosão galvânica, prejudicando o contato elétrico, aumentando a resistência elétrica das emendas.

Esta elevação da resistência, além de consumir energia, produz queda de tensão, prejudicando o funcionamento do chuveiro elétrico. A sugestão é eliminar a emenda, isto é, o fio deve ir direto nos terminais da manopla interna do chuveiro.

Outro problema decorrente desta instalação é o defeito da quebra da isolação do fio fase dentro do chuveiro, energizando a carcaça metálica, e esta estando com a tensão da rede elétrica, deixa o chuveiro em alta situação de perigo. Um terra na carcaça do chuveiro eliminaria este problema porque o disjuntor deste circuito abriria instantaneamente.

Deve-se também eliminar a tomada do chuveiro elétrico.

INSTALAÇÃO COMUM

Esta instalação tem todos os problemas anteriores, apenas melhorou-se um pouco no aspecto de segurança relativo a falha interna na isolação do chuveiro. Esta instalação presenteia o usuário com um risco adicional, pois se inadvertidamente o plug é virado, neste caso, energizaria diretamente a carcaça.

INSTALAÇÃO MELHOR

Neste caso, como o fio terra é independente, a carcaça do chuveiro elétrico, está imune das possíveis perturbações do fio neutro.


A MELHOR MANEIRA, SEM RISCOS

A melhor maneira de ligação de modo a contornar os riscos apresentados e operar restritamente dentro das Normas é a seguinte:

Note-se que na ligação os fios vão direto da caixa de passagem ao chuveiro elétrico. Os pedaços de fios do fabricante foram eliminados, anulando os problemas das emendas e da tomada. A chave do controle do chuveiroquentemorno - frio - foi eliminada, isto é, desativada. Os dois disjuntores passam a controlar a temperatura do banho.

No caso, por exemplo, o controle é feito do seguinte modo:

Banho frio - 2 disjuntores desligados;

Banho morno - disjuntor M ligado e Q desligado;

Banho quente - disjuntor Q ligado.


CHOQUE NO REGISTRO DO CHUVEIRO ELÉTRICO

Quando o aterramento é precário ou mesmo não existe e principalmente em regiões com água salobra ou nas praias, percebe-se choques elétricos na manopla ou registro. Isto porque, com o decorrer do tempo, forma-se dentro e no fundo do cano de PVC um depósito em forma de trilho, por onde se dá a fuga de corrente, energizando o registro.


HOLOFOTES E POSTES METÁLICOS ORNAMENTAIS

Cuidados especiais devem ser tomados em relação a equipamentos metálicos elétricos que ficam expostos ao tempo e ao alcance de pessoas, principalmente crianças. As suas partes metálicas dever ter um bom aterramento elétrico e a conexão do cabo de ligação à massa deve ter um bom contato e ser vedado com material emborrachado, para evitar futuras corrosões. Estas carcaças expostas ao tempo, tornam-se um elemento de alto risco, principalmente durante as chuvas.


CORTADOR DE GRAMA

Outro equipamento de alto risco caseiro é o Cortador de Grama. Este deve ser manuseado com todo cuidado porque facilmente pode produzir choques.

BOTÃO DE CAMPAINHA

O botão de campainha, colocado no portão ou muro, quando molhado, produz , em geral, choque elétrico. O botão por ser muito manobrado danifica-se e, exposto à chuva, produz fuga de corrente e conseqüente perigo de choque elétrico. A maneira de contornar o problema é utilizar uma das alternativas:

Botão abrigado da chuva;

Botão blindado;

Botão comum, energizado por circuito isolado da terra.

CERCAS METÁLICAS

Cercas metálicas de grande extensão devem ser aterradas. Esta precaução deve-se a possibilidade de energização acidental devido a:

Queda de raios;

Queda de fios ou cabos da rede de energia elétrica;

Outros contatos de qualquer natureza.

Cercas de arame farpado longas devem ser aterradas em vários pontos. As que transpassam redes de energia elétrica devem ser seccionadas e aterradas.

FERRO ELÉTRICO

O ferro elétrico é, também, um aparelho de alto risco. O risco deve-se principalmente as suas características próprias e defeitos de operação:

Aparelho móvel, isto é, sua operação exige movimentos em várias direções e posições;

Aparelho pesado;

Aparelho com grande área metálica;

Alta temperatura;

Fio flexível sem fio terra.

FIOS CAÍDOS E PODA OU CORTE DE ÁRVORES

Os fios podem cair sobre estrutura metálica, energizando uma grande área, ampliando o risco do choque e no caso do crescimento das árvores, esta alcançam os cabos da rede de energia elétrica,e podem provocar curto-circuito e colocar em risco a segurança humana.


TOMADA TRIPOLAR

As tomadas tripolares que alimentam equipamentos monofásicos, tem a vantagem de ter posição única e bem definida. Em termos de segurança, a desvantagem é que não se tem certeza do contato elétrico do pino terra do plug com o ponto de recepção terra da tomada tripolar. Este detalhe pode se dar devido há uma tomada de péssima qualidade, ou mesmo não haver internamente a parede o fio terra chegando na tomada, muito comum em instalações residênciais, com objetivo de evitar o corte do pino terra de equipamentos como estabilizadores de voltagem ou diretamente computadores e outros.

A perda do terra deixa o equipamento em condição insegura. Esta situação é a grande causadora de mortes e principalmente nos exames invasivos dos equipamentos elétricos hospitalares.