CONSULTAR
Mostrando postagens com marcador EPI na Construção Cívil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EPI na Construção Cívil. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 24 de março de 2016
VOCÊ SABE OS PASSOS PARA INSTALAR GRAMPOS NO CABO DE AÇO PARA LINHA DE VIDA?
1. Inicie a instalação do cabo de aço de 8 mm pelo suporte superior. Faça a primeira conexão das extremidades do cabo de aço já com as terminações fixadas à sapatilha que está no olhal do suporte.
3. Certifique-se de que os grampos estão do lado correto conforme desenho abaixo. Utilize sempre três grampos em cada terminação respeitando a distância entre grampos. Para cabos de aço 5/16 a distância mínima são 48 mm e para 3/8 a distância mínima são 57 mm. Nós, da empresa Dois Dez, utilizamos um valor padronizado para nossos sistemas que são 85 mm, que está acima dos valores mínimos estabelecidos. Vale ressaltar que essas considerações são indicadas para grampos de linha pesada, além disso, utilizamos a dobra do chicote de 230 mm.
Para saber mais sobre linha de vida e instalação, acesse nosso site:
www.doisdez.com.br
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
A IMPORTÂNCIA DO CAPACETE (epi)
Os capacetes de segurança industrial são equipamentos de proteção individual cruciais em ambientes onde o trabalhador esteja exposto a algum tipo de perigo. Entre as principais finalidades do uso adequado de capacetes industriais de segurança estão a proteção do rosto, cabeça, pescoço e ombros contra vazamentos, respingos e gotejamentos. Além disso, os capacetes de segurança protegem contra impactos de detritos ou queda de objetos, choques elétricos e queimaduras e contra a inflamabilidade. Esse tipo de EPI possui algumas características básicas, como podemos conhecer a seguir.
A concha rígida do capacete deve resistir e desviar impactos sobre cabeça, sendo que, dentro do capacete, há um sistema de suspensão que vai absorver choques. Os capacetes industriais de proteção podem ser divididos por tipos e classes, como:
Classe A: uso geral, proteção contra impactos. É considerado bom, contudo é limitado à proteção contra tensão elétrica, utilizado principalmente em, construção civil, mineração, madeireiras, construção e fabricação.
Classe B: Caso os funcionários estejam engajados em trabalhos com circuitos elétricos, os capacetes protegem contra queda de objetos e contra choques de alta tensão, além das queimaduras.
Classe C: o capacete industrial de segurança é projetado para proporcionar conforto, porém.,oferecem proteção limitada, pois não protegem contra a queda de objetos ou choques elétricos de alta tensão.
Os operários devem ter o conhecimento de como usar adequadamente o capacete de segurança (como colocar, vestir, ajustar, remover), saber qual o tipo de capacete de segurança é necessário, checar as limitações de capacetes de proteção e como limpar corretamente e manter o capacete em bom estado de conservação para sempre estar apropriado ao uso contínuo. Os funcionários devem substituir o capacete de segurança industrial em caso de desgaste, rachaduras, trincas, calcinação e outros tipos de deterioração que comprometam sua eficácia na proteção dos operários.
Manutenção do capacete de segurança industrial
É importante que os capacetes, assim como todos os outros dispositivos em uma planta industrial, passem por processos de manutenção, garantindo a qualidade do produto e sua eficiência. Por isso, é fundamental verificar se há desgaste, descamação, perda de brilho superficial, deformação, quebra ou perfurações. Cabe ressaltar também que é crucial realizar, periodicamente, a limpeza com água quente e sabão antibacteriano.
domingo, 18 de agosto de 2013
OPERÁRIOS SE ARRISCAM EM OBRAS DA CONSTRUÇÃO CÍVIL
Operários se arriscam em obras de construção de edifícios na cidade de Campina Grande/PB. Mesmo estando com equipamento de segurança, adequados para suas atividades, eles não usam estes equipamentos de maneira correta há cerca de 60 metros de altura.
É no segmento da construção civil onde se registra os maiores índices de acidentes de trabalho ocasionados por quedas de altura. Acidentes de trabalho acontecem, muitas das vezes, por comportamentos facilitadores das pessoas, um deles é o não uso do equipamento de proteção correto.
Neste contexto, o trabalhador pode contribuir, também, para que o acidente ocorra, inclusive com ele mesmo. Sendo assim, as lesões ocupacionais acontecem, não pela exclusão de medidas de segurança por parte de empregadores, mais devido a outras causas também. Não se pode atribuir que os empregadores são os únicos responsáveis pelas lesões, doenças e até mortes no ambiente de trabalho. Cada situação deve ser bem analisada e investigada.
Mas é interessante citar que o dono do negócio será sempre o responsável legalmente pela contratação da mão de obra. Portanto, ele deve ditar as regras de segurança no ambiente de trabalho para que todos sejam obrigados a cumprir.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL- EPI
Conforme Norma Regulamentadora nº.6, Equipamento de Proteção Individual –
EPI é todo dispositivo de uso individual utilizado pelo empregado, destinado à
proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.
A empresa é obrigada a fornecer ao empregado, gratuitamente, EPI adequado
ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:
• Sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção
contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças ocupacionais;
• Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas;
• Para atender situações de emergência.
Com advento do novo texto da Norma Regulamentadora nº10 a vestimenta
passa a ser também considerada um dispositivo de proteção complementar para
os empregados, incluindo a proibição de adornos mesmo estes não sendo
metálicos.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
DEMISSÃO POR NÃO USAR EPI
É crescente o número de condenações de empresas, em ações trabalhistas, para o pagamento de adicionais de periculosidade e insalubridade, decorrentes de irregularidade no fornecimento e/ou utilização dos equipamentos de proteção individual (EPIs).
Em muitas situações, a Justiça do Trabalho aponta o fornecimento irregular dos equipamentos, a não utilização pelos empregados ou mesmo a utilização incorreta, atribuindo à empresa a responsabilidade pela falha.
Nesse sentido, é importante observar que não basta para a empresa informar, em juízo, o fornecimento dos equipamentos de proteção, colocados à disposição dos empregados. É imprescindível que haja uma comprovação da real entrega destes, em perfeito estado de conservação e quantidade suficiente, assim como uma fiscalização efetiva quanto à sua regular e correta utilização.
Isso porque alguns empregadores apenas se preocupam em fornecer o EPI e colher a assinatura do empregado, indicando o tipo de material que está sendo entregue. Ocorre que, muitas vezes o empregado, mesmo recebendo o equipamento, deixa de utilizá-lo por conta de fatores como esquecimento, incômodo e comprometimento da mobilidade e agilidade do serviço.
Desta forma, em uma eventual ação trabalhista, a empresa não está plenamente resguardada apenas pela apresentação dos recibos de entregas de EPIs. Ela precisa comprovar que sua correta utilização era fiscalizada, o que pode ser feito por meio de advertências e suspensões aos empregados que descumprem esse procedimento.
A atitude pode até mesmo configurar rescisão por justa causa do contrato de trabalho. Isso é possível, pois, pelo não fornecimento de EPI, além da empresa ficar exposta a condenações ao pagamento de adicional de insalubridade / periculosidade, poderá ser responsabilizada pela ocorrência de eventuais acidentes de trabalho e/ou doenças ocupacionais por exposição a riscos ambientais.
Portanto, considerando a gravidade das possíveis consequências decorrentes do irregular uso de EPIs, a empresa pode usar com rigor as penalidades disciplinares, inclusive aplicar a justa causa pela recusa na utilização do equipamento.
A partir do momento que o empregado percebe que a não utilização de EPI pode ter como consequência o seu desligamento da empresa, este, ainda que não queira, certamente fará uso do equipamento. Até mesmo porque terá conhecimento de que a recusa pela utilização dos equipamentos de proteção pode ensejar, por culpa única e exclusiva sua, a rescisão do contrato de trabalho sem o recebimento das verbas a que faria jus numa dispensa sem justa causa.
Como já ressaltado, a empresa que não fiscaliza a utilização de EPI por seus funcionários assume o risco de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais e, como consequência, pode ser responsabilizada pelo pagamento de dano moral, material, estético e pensão vitalícia, impactando o custo da empresa. Se os procedimentos de controle de utilização dos EPIs são observados, esse risco pode ser minimizado.
Atualmente, há diversos equipamentos de proteção adaptados para cada função, razão pela qual não se justifica a recusa dos empregados para utilização destes. É preciso conscientizar a todos que se trata da segurança do próprio trabalhador.
Com efeito, uma empresa que não fiscaliza e não repreende a ausência de utilização do EPI, não transmite credibilidade quanto à aplicação das normas de segurança do trabalho. Uma postura negligente da empresa desestimula os empregados e faz com que estes não prezem pelo uso e conservação do equipamento, e, consequentemente, pela sua própria segurança, trazendo uma imagem negativa para a empresa, além das consequências jurídicas já expostas.
A mudança de postura da sociedade diante do estabelecimento de novas regras de certa forma leva tempo para consolidar-se e não é algo fácil. Mas podemos observar que as regras que trazem a possibilidade de cobrança coercitiva, com aplicação de penalidades, são mais facilmente seguidas.
Prova disso é que hoje tornou-se natural o cumprimento de normas que há poucos anos sequer eram cogitadas. Isso poder ser exemplificado com a utilização obrigatória do cinto de segurança.
Entretanto, é possível observar que outras normas, apesar de estarem em fase de adaptação - como a preferência do pedestre em travessias de faixas -, já trazem mudanças concretas no comportamento da sociedade.
Quanto à entrega e fiscalização do uso dos equipamentos de proteção individual, cabe, nesse momento, à empresa fazer o rigoroso controle dos funcionários e promover a conscientização destes pelo regular uso.
Agindo desta forma, poder-se-á reverter o entendimento dos tribunais no sentido de que a responsabilidade é sempre da empresa pela não utilização do EPI pelos empregados.
(*) é advogada especializada em direito do trabalho do Trigueiro Fontes Advogados.
|
| Fonte: Valor Econômico, por Priscilla Costa Halasi (*), 25.07.2013 |
sexta-feira, 19 de julho de 2013
TRABALHO DE SOLDA E CORTE
Política da Empresa
Antes que qualquer colaborador seja autorizado a lidar com a função de
soldagem ou a usar um sistema de oxigênio/acetileno, eles devem ser
apropriadamente treinados. Sempre que houver operações de solda/corte, deve haver
ventilação adequada.
Nunca corte um cano de PVC com um maçarico. Nunca corte ou solde em locais próximos a orifícios de pistões
hidráulicos que possam conter vapores explosivos. Sempre utilize equipamentos
de proteção individual adequados para realizar tarefas de solda ou corte.
Válvulas corta chamas
e de controle são obrigatórias para evitar a possibilidade de um acidente
durante o uso do sistema de oxigênio/acetileno.
Quando for antecipado
que a operação de solda ou corte não
serão utilizados nas 24 horas seguintes (incluindo horário noturno), os
cilindros deverão ser colocados na área de estocagem determinada para
armazenagem dos cilindros de gases.
Existe especificação
que quando os cilindros estiverem na área de estocagem de gases devem:
·
Ser separados a uma distância mínima de 6 metros de paredes
de construções e materiais ou
·
Possuir uma pareede incombustível (com uma resistência
a incêndios de meia hora) de ao menos 1,5m.
Se for decidido com
antecedência que alguma quantidade de gás será retirada do cilindro nas
próximas 24 horas, esse cilindro não precisa ficar no depósito e não precisa
ficar separado. O planejamento antecipado" do uso do gás nas próximas 24
horas é baseado na projeção das tarefas de solda ou corte para aquele período e
pelo número de cilindros de gás que poderão ser utilizados para tal função (Se houver dúvida, sempre remova os cilindros
do carrinho de transporte, coloque as tampas de válvula sobre o cilindro e prenda-os, para evitar quedas).
Exemplo (1) --
cilindros na área de estocagem:
Os serviços de solda
começam às 7h da manhã na segunda-feira. À 1h da tarde os serviços de solda
terminam; nenhuma outra tarefa envolvendo soldagem está planejada para a
segunda-feira e não há previsão de soldagem para a terça-feira. Assim, à 1h da
tarde da segunda-feira o colaborador deve colocar os cilindros na área de
estocagem de gases sob condições especificadas pelos procedimentos padrões, já
que os cilindros não serão necessários durante as próximas 24 horas.
Exemplo (2) – cilindros
que não estão na área de estocagem de gases:
Na segunda-feira, o
trabalho de soldagem é realizado com dois cilindros. O trabalho termina às 9h
da manhã e nenhuma outra tarefa de soldagem está agendada até às 10h da noite.
Espera-se que esses cilindros sejam utilizados quando os serviços de soldagem
forem retomados, às 10h da noite. Esses cilindros não precisam ficar
armazenados na área de estocagem de gases, pois eles serão, provavelmente,
utilizados dentro das próximas 24 horas.
Exemplo (3) – quantos
cilindros serão necessários?
Vinte cilindros de
gás são entregues no local de trabalho pela manhã. Espera-se utilizar 10 desses
cilindros durante o trabalho de soldagem programado para as próximas 24 horas.
Assim, 10 cilindros não devem ser colocados na área de estocagem de gases o
porque se espera que eles sejam usados na tarefa de soldagem agendada para as
próximas 24 horas. Os 10 cilindros restantes devem ser guardados na área de
estocagem de gases de acordo com as condições de armazenagem especificadas.
Evite que os
cilindros em uso recebam batidas e coloque-os em locais onde não estejam
sujeitos à ação de chamas, metais quentes ou outras fontes artificiais de
calor.
SOLDA E CORTE A GÁS
Transporte, Remoção e Armazenagem
de Cilindros de Gás Comprimido
·
Na área de estocagem de gases, os cilindros de
oxigênio devem ser separados dos cilindros de gás combustível e de outros
materiais combustíveis (especialmente óleos ou graxas) por uma distância mínima
de 6 metros ou por uma barreira não-combustível de pelo menos 1,5m de altura e
com uma resistência a incêndio de ao menos, meia hora.
·
Dentro de construções, os cilindros devem ser
armazenados em um local protegido, bem ventilado e seco, a uma distância mínima
de 6 metros de materiais altamente combustíveis, tais como óleo e palha ou lã
de madeira. Os cilindros devem ser guardados em locais distantes de elevadores,
escadas e esteiras rolantes ou de qualquer equipamento de transporte. As áereas
designadas para a armazenagem dos cilindros devem protegê-los de batidas,
objetos ou outros elementos que possam adulterar tais equipamentos.
·
Tampas de proteção das válvulas devem ser colocadas e
presas para segurança;
·
Sempre que os cilindros forem elevados, eles devem
estar presos a um cesto especial ou estrado. Eles não devem ser elevados ou
transportados por meio de ímãs ou estropos.
·
Os cilindros só devem ser movidos por inclinação e pelo
rolamento da base cilindro inferior. Deve-se tomar cuidado para que os
cilindros não caiam, não sejam golpeados ou se choquem um contra o outro
violentamente.
·
Quando veículos motorizados estiverem transportando
cilindros, os equipamentos devem estar presos na posição vertical.
·
As tampas de proteção de válvula não devem ser usadas
para elevar e transportas cilindros de um local para outro. Não se deve usar
barras/canos nas válvulas ou tampas de proteção de válvula para içar cilindros.
·
A não ser que os cilindros estejam firmemente presos a
um transportador especial desenvolvido para esse propósito, os reguladores
devem ser removidos e as tampas de proteção de válvula devem ser colocadas no
lugar antes que os cilindros sejam movidos.
·
Um carro adequado, uma corrente ou outro dispositivo
de estabilização deve ser usado para evitar que os cilindros sofram batidas
durante o uso.
·
A válvula dos cilindros deve estar fechada quando a
tarefa for finalizada, quando os cilindros estiverem vazios ou quando eles
forem transportados.
·
Os cilindros de ar comprimido devem sempre permanecer
na posição vertical.
Instalação de Cilindros
·
Os cilindros devem ser mantidos longe de operações de
solda e corte, para que eles não fiquem em contato com faíscas, cinzas quentes
ou chamas. Quando isso não for possível, proteções resistentes a fogo devem ser
providenciados.
·
Os cilindros devem ser instalados em locais onde não
façam parte de um circuito elétrico. Não se deve utilizar cilindros como ponto
de aterramento ou ativar eletrodos para iniciar um arco elétrico.
·
Os cilindros de gás combustível devem ser instalados
com a extremidade da válvula para cima sempre que estiverem em uso. Eles não devem ser colocados em
locais onde fiquem sujeitos a chamas, metais quentes ou outras fontes de calor
artificial.
·
Os cilindros contendo oxigênio, acetileno ou outros gases
combustíveis não devem ser colocados em espaços confinados.
Mansueio dos Cilindros
·
Os cilindros, cheios ou vazios, não devem ser usados
como rodas ou suportes.
·
Ninguém, além do fornecedor do gás, deve tentar
misturar gases de um cilindro. Ninguém, exceto o proprietário do cilindro ou
pessoa autorizada por ele, deve reabastecer um cilindro. É proibido empregar os
conteúdos de um cilindro para propósitos diferentes daqueles designados pelo
fornecedor.
·
Nenhum cilindro danificado ou defeituoso deve ser
usado.
·
Os cilindros devem trazer, no seu lado externo e de
forma legível, o nome do gás que contêm.
Uso do Gás Combustível
O Supervisor deve instruir amplamente seus colaboradores sobre o uso seguro de
gás combustível, como segue:
·
O gás combustível dos cilindros não deve ser usado
através de um maçarico ou de outros dispositivos equipados com válvulas de
isolamento sem antes reduzir a pressão por meio de um regulador adequado,
ligado à válvula do cilindro ou a uma tubulação.
·
Antes de conectar um regulador a uma válvula do
cilindro, a válvula deve ser aberta ligeiramente e então ela deve ser fechada
imediatamente (esta ação é geralmente chamada de "craqueamento" e é
realizada para limpar a válvula de poeira e sujeira que podem entrar no
regulador). A pessoa que está craqueando a válvula deve ficar do lado da saída,
não em frente a ela. A válvula de um cilindro de gás combustível não deve ser
craqueada em locais onde o gás possa alcançar a área de soldagem, com faíscas,
chamas ou outras possíveis fontes de ignição.
·
Sob nenhuma circunstância o acetileno deve ser usado a
uma pressão maior do que 15 psi.
·
A válvula do cilindro sempre deve ser aberta
lentamente, a fim de evitar danos ao regulador. Para um fechamento rápido, as
válvulas dos cilindros de gás combustível não devem ser abertas a mais do que
1,5 voltas. Quando uma chave-inglesa especial for necessária, ela deve ser
deixada ao lado da base da válvula enquanto o cilindro estiver em uso, de forma
que o fluxo de gás combustível possa ser seccionado rapidamente em caso de uma
emergência. No caso de tubulações ou cilindros acoplados, no mínimo uma
chave-inglesa deve estar sempre disponível para uso imediato. Não se pode
colocar nada sobre um cilindro de gás combustível, durante seu uso, pois isso
poderia danificar o dispositivo de segurança ou interferir no rápido fechamento
da válvula.
·
Antes da remoção de um regulador da válvula de
cilindro, esta deve ser sempre fechada e o gás deve ser liberado do regulador.
·
Se, durante a abertura da válvula de um cilindro de
gás combustível, um vazamento for verificado em torno da base da válvula, esta
deve ser fechada e a porca deve ser apertada. Caso essa ação não impeça o
vazamento, o uso do cilindro deve ser interrompido. O cilindro deve ser
apropriadamente rotulado e removido da área de trabalho. Em caso de vazamento
de gás combustível da válvula do cilindro, e não da base da válvula e caso o
gás não possa ser cortado, então o cilindro deve ser devidamente rotulado e
retirado da área de trabalho. Se um regulador ligado a uma válvula de cilindro
efetivamente conter o vazamento da sede da válvula, o cilindro não precisará
ser retirado da área de trabalho.
·
Caso um vazamento se desenvolva em algum ponto de
plugação ou em outro dispositivo de segurança, o cilindro deve ser removido de
serviço.
Mangueiras
·
A mangueira de oxigênio e a de gás combustível devem
ser facilmente distinguíveis uma da outra. A diferença pode ser feita pelo uso
de duas cores distintas(verde para oxigênio e vermelho para o gás combustível).
As mangueiras de oxigênio e de gás combustível não devem ser permutáveis. Uma
única mangueira tendo mais do que uma passagem de gás não deve ser utilizada.
·
Toda mangueira usada para transportar acetileno,
oxigênio, gás combustível natural ou manufaturado ou qualquer gás ou substância
que seja de fácil combustão ou seja, de alguma forma, danosa aos colaboradores deve
ser inspecionada no início de cada turno de trabalho. A mangueira defeituosa
deve ser retirada de serviço.
·
A mangueira que foi exposta a desgastes, ou que mostre
fortes sinais de danos, deve ser testada, recebendo um nível de pressão duas
vezes maior do que o normal, mas nunca menor do que 300 psi. Mangueiras
defeituosas, ou em condições duvidosas, não devem ser usadas.
·
Os acoplamentos de mangueira devem ser do tipo que não
podem ser destravados ou desconectados por meio de um “puxão” simples, sem
movimento de rotação.
·
As caixas usadas para armazenar mangueiras de gás
devem ser bem ventiladas.
·
Manter as mangueiras, os cabos e outros equipamentos
utilizados para solda fora de corredores, passagens e escadas.
Maçaricos
A limpeza dos bicos de maçaricos entupidos deve ser feita com o uso de
fios e arames adequados para limpeza, além de outros dispositivos desenvolvidos
para tal propósito.
Os maçaricos devem ser inspecionados no início de cada uso, verificando:
válvulas de corte do retrocesso de chama; acoplamentos de mangueira e conexões
da caneta. Os maçaricos defeituosos devem ser etiquetados e retirados de
serviço.
Deve-se acender os maçaricos com acendedores de fricção ou outros
dispositivos aprovados. Não use fósforos, isqueiros ou outros oriundo de
trabalhos a quente.
Reguladores e Manômetros
Os reguladores de pressão de oxigênio e gás combustível, incluindo seus
manômetros relacionados, devem estar em condições de uso adequadas durante o uso.
Os cilindros de oxigênio e os seus acoplamentos devem ser mantidos longe
de óleos e graxas.
Equipamento de Proteção Individual (EPI)
Mascaras para solda para proteçào visual apropriadas devem ser usadas
durante todas as operações de solda e corte envolvendo oxigênio. No oxicorte,
quando o maçarico produz uma forte luz amarelada, o uso de filtros ou lentes
que absorvam a linha amarela da luz visível da operação é desejável.
Durante o processo de corte ou soldagem, deve-se providenciar uma boa
ventilação mecânica.
Equipamentos de Porteção Individual Obrigatórios:
Ø Luva, avental, mangote e perneira de raspa;
Ø Mascara para solda (proteção visual);
Ø Mascara para fumos metálicos (tipo P2), quando não houver ventilação
adequada.
SOLDA E CORTE ELÉTRICOS
Solda e Corte a Arco
No processo de soldagem
a arco, uma corrente elétrica que passa pela vareta de solda, ou eletrodo, é
forçada a saltar ou formar um arco sobre um espaço. A soldagem a arco é usada
para soldar quase todos os tipos de aços-carbono e aços ligados. O corte a arco
é primariamente usado para a realização de cortes rudimentares. Enquanto a
maior parte das precauções e práticas de segurança são comuns à soldagem de
oxigênio-gás, há algumas que se aplicam unicamente à solda a arco e à solda a gás.
Processos Comuns de Solda e Corte a Arco
O Processo de Solda com Eletrodos
Revestidos: é o tipo de solda a corte mais amplamente usado,
comumente referido como solda manual pelo arco voltaico.
Nesse processo, a fusão é obtida pelo aquecimento, com um arco elétrico, entre
um eletrodo revestido e a superfície de trabalho. A proteção é atingida pela
decomposição da cobertura do eletrodo, conhecido como fluxo, enquanto que o
revestimento metálico é obtido a partir do núcleo metálico do eletrodo.
- Oxigênio, hidrogênio, nitrogênio e vapor de água tendem a reduzir a
qualidade da solda.
- Sujeira, poeira e óxidos de metal (contaminantes) também reduzem a
qualidade da soldagem.
- A proteção do arco é normalmente realizada para preservar a
integridade da junção da solda. A proteção é realizada ou por decomposição
da cobertura do eletrodo (fluxo) ou por um gás.
·
A Solda por Arco com Eletrodo de Tungstênio: comumente conhecida com solda "TIG". No processo de soldagem
por arco com eletrodo de tungstênio, a fusão é obtida pelo método de arco e
eletrodo descrito acima, exceto que o tungstênio não é consumido. A proteção é
realizada por um gás inerte. Esse processo oferece soldagens de precisão.
·
A Solda Elétrica por Arco com Fio Fluxado: é um processo que produz fusão por meio de um arco entre um eletrodo
consumível e a superfície de trabalho. A proteção é criada pelo fluxo contido
dentro do eletrodo tubular. Pode-se obter proteção adicional por meio de um gás
ou de uma mistura de gases.
·
Corte por Arco: é um processo geral no qual o
corte ou remoção de metais é realizado pelo derretimento, com calor, de um arco
entre um eletrodo e o metal de base.
Aplicação
Os seguintes limites não devem ser ultrapassados:
Corrente
Alternada (CA) Corrente
Contínua (CC)
Manual 80 Volts 100 Volts
Automático 100
Volts 100
Volts
Para soldagens com corrente alternada realizadas em ambientes úmidos ou
quentes, com a presença de transpiração, use controles automáticos para
diminuir a tensão em circuito aberto
e, assim, reduzir o risco de choques.
Instalação
·
Aterre a estrutura ou a caixa da máquina de solda
(exceto máquinas a motor) de acordo com padrões e métodos descritos na no
Programa de Segurança em Eletricidade descrita neste Manual no Capítulo 13.
·
Não aterrar garra da máquina de solda em conduites
contendo condutores elétricos;
·
Tubulações podem ser usados para a aterramento durante
a construção, modernizações ou reparos, desde que não sejam tubulações para
condução de energia elétrica;
¨ A corrente não é transportada através de juntas rosqueadas, conexões
flangeadas e aparafusadas ou juntas calafetadas.
¨ Precauções especiais devem ser tomadas para evitar faíscas no momento da
conexão da garra de aterramento.
Operação e Manutenção
Antes de iniciar
qualquer operação, certifique-se de que:
·
Todas as conexões ligadas à máquina sejam
inspecionadas, para que se verifique se foram apropriadamente realizadas;
·
As garras de aterramento deve ser firmemente preso ao
ponto de trabalho;
·
Grampos magnéticos devem ser liberados de partículas
metálicas aderentes em superfícies de contato. O cabo de solda deve ser
desenrolado antes do uso para evitar um aquecimento perigoso e danos ao
isolamento.
·
Cabos com emendas com distância de até 3 metros do
suporte não devem ser usados.
·
Cabos com isolamentos danificados ou expostos
(condutor nú visível) devem ser substituídos.
·
As garras de soldagem não devem ficar enrolados no
cabo da máquina de solda com eletrodos.
·
O aterramento da estrutura da máquina de solda deve
ser verificado.
·
Emendas realizadas nos cabos de alimentação deve ser
feitas com cabos de mesma bitola e realizadas com fitas isolantes de alta
fusão. O cabo dos condutores de alimentação da máquina de solda devem possuir
dupla isolação.
·
Após seu uso, os suportes de eletrodos devem ser colocados
onde não possam ter contato elétrico com pessoas.
·
Os soldadores elétricos 110V devem usar proteção GFCI
(interrupção de corrente por falta de aterramento) 100% do tempo (equipamento em desenvolvimento com
fornecedor, verifique a disponibilidade com seu supervisor).
·
Inspeções e manutenções periódicas devem ser
realizadas por um técnico qualificado seguindo as recomendações do fabricante.
Os registros de certificação devem ser guardados. Os registros de certificação
devem incluir a data de inspeção, a assinatura da pessoa que realizou a
inspeção e os resultados da inspeção/manutenção.
Proteção
contra Incêndio
- Se possível, os objetos que serão soldados,
cortados ou aquecidos devem ser movidos para um local seguro previamente
escolhido. Caso os objetos que serão soldados ou cortados não possam ser
movidos, todos os elementos móveis que representem risco de incêndio devem
ser retirados das proximidades e devem ser levados para um local seguro e
protegido.
- Nenhuma operação de solda, corte ou aquecimento deve
ser realizada em locais usados para a aplicação de tintas inflamáveis ou
onde haja a presença de outros componentes inflamáveis ou alta
concentração de poeira, que podem criar riscos.
- Um extintor de incêndio adequado deve estar
disponível na área de trabalho e deve ser mantido em estado de pronto uso.
Assinar:
Postagens (Atom)


.jpg)








.jpg)
.jpg)