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domingo, 19 de junho de 2011

TIPOS DE LÂMPADAS

LED: As lâmpadas de LED são as queridinhas do momento. Elas são menores, consomem menos energia e duram mais que as concorrentes. Se comparada com as incandescentes que duram 1000 horas e as fluorescentes 10.000 horas, as LED podem chegar a 25.000 horas.

As LEDs são feitas de semicondutores, do tamanho de grãos de areia, cobertos com lentes plásticas de diversos tamanhos. A tecnologia utilizada neste tipo de iluminação têm sido usada na fabricação de semáforos de trânsito e na iluminação interna de automóveis.

As lâmpadas hoje utilizadas na maioria das residências e empresas são construídas no interior de invólucros de vidro. Nas lâmpadas incandescentes o invólucro mantém o vácuo para que um filamento fique incandescente sem se queimar, emitindo luz e muito calor. Nas lâmpadas fluorescentes, um gás inerte é que é mantido fechado e emite luz ao ser atravessado por elétrons. Esta composição faz com que elas gastem mais energia e durem menos.

O único incômodo é que as LEDs ainda não possuem o brilho suficiente para iluminar um ambiente de uma casa como as outras lâmpadas. Entretanto, a pesquisa continua para que se chegue ao protótipo perfeito: uma luz econômica, eficiente e que dê no bolso do consumidor.


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INCANDESCENTE: Dê baixo rendimento luminoso, pequena vida útil, baixo custo de aquisição e instalação. É usado em locais onde os níveis de iluminância é inferior a 200 lux (residência).


FLUORESCENTE: Elevada eficiência luminosa, vida útil prolongada, custo maior, baixa iluminação, pouca possibilidade de ofuscamento. É usada em iluminação interna, comercial, industrial, que necessitam de iluminância.



VAPOR DE MERCÚRIO: Bom rendimento luminoso e boa duração, apresenta luz monocromática amarela, usada em iluminação de ruas, pátios e fundições.

ILUMINAÇÃO NO AMBIENTE DE TRABALHO

O que diz a NR-17 sobre iluminação. Em todos os locais de trabalho devem haver iluminação adequada, natural ou artificial, geral ou suplementar, apropriada a natureza da atividade.

A iluminação geral deve ser uniformemente distribuída. A iluminação geral ou suplementar deve ser projetada e instalada de forma a evitar o ofuscamento de reflexos incômodos, sombras e contrastes excessivos (iluminamento).

O níveis mínimos de iluminamento a serem observados nos locas de trabalho são os valores de iluminâncias estabelecidas na NBR-5413, Norma Brasileira registrada no INMETRO.


A medição dos níveis de iluminamento deve ser feita no campo de trabalho onde se realiza a tarefa visual utilizando-se de LUXIMETRO, com fotocélula corrigida para a sensibilidade dos olhos humanos e em função do ângulo de incidência.

Os níveis adequados de iluminância (fluxo de iluminoso ou quantidade de luz que incide sobre uma superfície) no ambiente de trabalho concorrem para manter a qualidade do produto com menores perdas de material, com menor potencial de risco de acidentes prevenindo-se a fadiga visual causada por longos períodos de exposição a má iluminação. Uma boa iluminação não significa níveis excessivos de aclaramento, embora a legislação especifique os níveis mínimos, mas sim de uma distribuição uniforme, evitando-se que a parte mais iluminada supere um valor maior que quatro vezes do local mais obscuro para que não ocorram ofuscamento e fadiga visual, geralmente ocasionalmente pela adaptação constante, a retina , as variações de aclaramento e penumbra. O ofuscamento é uma sensação desagradável que pode ocasionar cefaléia, cansaço visual, sendo causado por luz excessiva sob superfícies pólidas e reflexetoras, acarretamento mal estar e desconforto no ambiente de trabalho, devendo ser evitado.


TIPOS DE ILUMINAÇÃO

CONCEITOS


ILUMINÂNCIA: Fluxo luminoso ou quantidade de luz que incide sobre uma superficíe, sua unidade de medida é o LUX (Lx). A iluminância é a medida de claridade percebido pelos olhos humanos.


LUMINÂNCIA: É a quantidade refletida ou absorvida de luz. Equivalente a unidade de medida, é a candela (cd/m). A iluminância também é chamada de intensidade luminosa.

REFLETÂNCIA: É a porcentagem de luz refletida em relação a luz incidente. Ou seja, a razão entre iluminância e luminância.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

ÍNDICE DE PROBLEMAS QUE ENVOLVEM ERGONOMIA NAS EMPRESAS

MODELO DE CARTA DE RENÚNCIA DA CIPA


CARTA DE RENUNCIA

De:

Para: Sr. . Presidente CIPA e o Sr. Dept.º de Pessoal.

Assunto: Renuncia do cargo...

Eu, ------------------------------------------, portador da CTPS n.º --------------------, tendo o registro nº -------, neste estabelecimento, lotado na seção de -----------------------------, na função de -----------------------------, ocupando o cargo de membro da CIPA no mandato de ------------ a --------------, venho por intermédio desta comunicar a minha RENUNCIA do referido cargo da CIPA deste estabelecimento, pôr decisão em caráter irrevogável e irretratável, na melhor forma de direito, pôr motivos íntimos e particulares, vindo pôr conseqüência também abdicar da estabilidade provisória prevista NA ALÍNEA “a” do inciso II, do artigo 10º das disposições Transitórias da Constituição Normativa nº 01 da Secretária de Relações do Trabalho, do Ministério do Trabalho, de 12 de outubro de 1.988, publicado no Diário Oficial da União em 21/10/88 à página 20.517. Tal renuncia é pronunciada livre, voluntária, desembaraçada e espontânea, e para que surta todos os efeitos jurídicos, lavro a presente em três vias, reconhecendo e indicando -------------------- e -------------------------------------, como legítimas testemunhas e idôneas que são, abaixo assinadas, e devendo ser procedido o registro deste termo no competente Cartório de Registro de Títulos e Documentos, na forma da Lei.

Curitiba, PR, de de 2011

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Testemunhas:________________________________

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

UTILITÁRIOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO









O CONCEITO DE VALOR

Fonte: Professora Gabriela Otto

O conceito de valor tem sido investigado e conceituado em diferentes áreas do conhecimento. A abordagem filosófica descreve-o como algo determinado pela interação entre o sujeito e o objeto.
- Economia - a noção de valor tem uma interpretação predominantemente material. Adam Smith propõe a análise de valor como a habilidade intrínseca de um produto oferecer alguma utilidade funcional.
- Marketing - neste conceito moderno, valor é uma função dos atributos dados ao produto ou ao conjunto formado por ele e que o envolve, quando necessitamos obtê-lo.
- Sociologia - valores são reconhecidos como fatos sociais.
- Análise - valores podem surgir como um estatuto fundamental na explicação da estabilidade e coerência das sociedades ou das mudanças sociais ou podem surgir como “fenômenos reflexos” das infra-estruturas da sociedade.
O valor exprime uma relação entre as necessidades do indivíduo (respirar, comer, viver, posse, reproduzir, prazer, domínio, relacionar, comparar) e a capacidade das coisas e de seus derivados, objetos ou serviços, em as satisfazer. É na apreciação desta relação que se explica a existência de uma hierarquia de valores, segundo a urgência/prioridade das necessidades e a capacidade dos mesmos objetos para as satisfazerem, diferenciadas no espaço e no tempo (Exemplos: família, trabalho, reconhecimento, status, amizades, liberdade, aprendizado, etc - Cada um de nós está em um momento diferent da vida e os valores vão mudando dependendo das nossas prioridades).
Reconhecer certos valor como prioritários, não quer dizer que será assim para sempre, mas que, naquele momento, você vai levá-los mais em conta na tomada de decisões.
Há os que vêem os valores como subjetivos e consideram esta situação como uma espécie de escolha -desejo- e imune à razão. Os que concebem os valores como algo objetivo supõem que, por alguma razão – exigências da racionalidade, da natureza humana, de Deus, de outra autoridade ou necessidade -, a escolha possa ser orientada e corrigida a partir de um ponto de vista independente.
Os valores fornecem o alicerce oculto dos conhecimentos e das práticas que constantemente construímos nas nossas vidas. Os valores humanos são os fundamentos éticos e espirituais que constituem a consciência humana. São os valores que tornam a vida algo digno de ser vivido, definem princípios e propósitos valiosos e objetiva fins grandiosos.

Qual o(s) seu(s) valor(es)?

sábado, 11 de junho de 2011

ANÁLISE DE PROBLEMAS

  • Identifique o problema. Redija o problema com maior detalhe possível. Isso evita que o mesmo problema tenha diferentes interpretações.
  • Pesquise se o problema em questão é local ou outros pontos infra-estrutura estão sendo afetados. Relacione os elementos que possam estar envolvidos e investigue se houve alguma mudança de comportamento após a ocorrência do problema relatado.
  • Análise o problema. Com os dados coletados análise possíveis causas e efeitos do problema.
  • Desenvolva idéias e opções. Utilizando técnicas estruturadas desenvolva alternativas para a solução do problema, relacionando cada opção com uma provável causa do problema.
  • Tome uma posição apoiada em dados. A partir da análise dos dados e desenvolvimento de alternativas com técnicas estruturadas, tome a decisão do que quer fazer. Compartilhe sua decisão. Ela pode afetar outros elementos da infra-estrutura.
  • Planeja a ação. Desenvolva um plano de ação passo a passo para a solução do problema.
  • Execute o plano como foi planejado. Resista à idéia de queimar etapas para antecipar resultados. Isso sempre acaba em desastre.
  • Após o plano de correção verifique se o problema foi solucionado e se não houve efeitos colaterais na infra-estrutura.
Para que todas essas etapas conduzam a equipe a uma solução, é necessária uma forte disciplina e uma liderança que tenha senso de urgência de se chegar a resultados.