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segunda-feira, 20 de maio de 2013
quinta-feira, 7 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
A ÉTICA DAS MÁQUINAS
[Autor: globo.com]
Robôs estão se tornando mais autônomos. A sociedade precisa desenvolver regras para administrá-los
No clássico filme de ficção científica “2001”, HAL, o computador da astronave, enfrenta um dilema. Suas instruções requerem tanto que ele cumpra a missão da nave — investigar um artefato próximo a Jupiter –, como que mantenha o verdadeiro propósito da missão em segredo. Para solucionar a contradição, ele resolve matar a tripulação.
Conforme os robôs se tornam mais autônomos, a ideia de máquinas controladas por computadores enfrentando decisões éticas está saindo do reino da ficção científica e adentrando o mundo real. A sociedade precisa encontrar modos de assegurar que elas estejam mais bem equipadas que HAL para fazer julgamentos morais.
De modo nem um pouco surpreendente, a tecnologia militar está na vanguarda da marcha em direção a máquinas autônomas. A sua evolução está produzindo uma variedade extraordinária de espécies. À medida que elas se tornam mais inteligentes e comuns, é inevitável que as máquinas autônomas acabem por fazer mais decisões de vida ou morte em situações imprevisíveis, desse modo assumindo – ou parecendo assumir – independência moral. Sistemas de armas atualmente contam com a participação de humanos na cadeia de comando, mas à medida que se tornarem mais sofisticados, será possível fazer com que as máquinas sigam ordens de modo autônomo.
Quando isso acontecer, elas serão confrontadas com dilemas éticos. Um veículo aéreo não tripulado deveria atirar em uma casa que abriga um suspeito, mas que também está servindo de abrigo a civis? Um carro sem motorista deveria dar uma guinada para evitar atropelar pedestres se isso significar bater em outros veículos ou pôr a vida de seus ocupantes em risco? Um robô envolvido em resgates em zonas de desastre deveria dizer a verdade às pessoas se isso pudesse desencadear pânico? Tais questões fazem parte da “ética das máquinas”, que pretende dar às máquinas a habilidade de tomar tais decisões de modo apropriado, ou, em outras palavras, distinguir o certo do errado.
As diretrizes mais conhecidas da ética robô são as “três leis da robótica” cunhadas por Isaac Asimov, um escritor de ficção científica, em 1942. As leis requerem que os robôs: 1. protejam humanos, 2. obedeçam ordens e 3. se preservem, nesta ordem. Infelizmente, tais leis não são muito úteis no mundo real. Robôs de combate podem precisar violar a primeira lei. Regular o desenvolvimento e uso dos robôs autônomos requererá um arcabouço muito mais elaborado. Necessita-se progredir em três áreas em particular.
Três leis para as leis de robótica
Primeiro, as leis precisam determinar se o programador, fabricante ou operador deve se responsabilizar caso um ataque de um veículo não tripulado dê errado ou se um carro sem motorista se envolver em um acidente. A fim de alocar a responsabilidade, sistemas autônomos devem manter registros detalhados para poder explicar o raciocínio por trás das decisões da máquina quando isso se fizer necessário. Isto tem implicações para o projeto de sistemas: pode ser, por exemplo, que o uso de redes neurais artificiais tenha que ser vetado, pois estas redes são sistemas capazes de aprender em vez de obedecer a regras pré-definidas.
Segundo, nos casos em que sistemas éticos sejam embutidos em robôs, os julgamentos que eles venham a fazer têm que ser aqueles que parecem mais apropriados para a maioria das pessoas. As técnicas da filosofia experimental, que estuda a resposta das pessoas a dilemas éticos, provavelmente poderão ajudar. Por último, e mais importante, é necessário haver mais colaboração entre engenheiros, filósofos, advogados e formuladores de políticas públicas, os quais criariam conjuntos diferentes de regras se fossem postos a trabalhar isoladamente.
A tecnologia conduziu o progresso da humanidade, mas cada novo avanço gerou novas questões preocupantes. Não será diferente com as máquinas autônomas. Quanto mais cedo a questão da independência moral que elas suscitam for respondida, mais fácil será para a humanidade gozar dos benefícios que elas sem dúvida trarão.
domingo, 8 de abril de 2012
NR-12 MAQUINAS E EQUIPAMENTOS: ESTUDOS A PARTIR DOS RISCOS DE ACIDENTES NA UTILIZAÇÃO DE MÁQUINAS E EM FUNÇÃO DE SUA MANUTENÇÃO
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
domingo, 7 de agosto de 2011
QUESTIONÁRIO SOBRE O APARELHO DE DECIBELÍMETRO
1) Qual a diferença entre um decibelímetro analógico de um digital?Diferença que um é de ponteiro e não possui alta precisão fixa, já o outro é de dígitos e possui precisão.
2) A NR-15 é responsável e resolve quais tipos de insalubridade?
Ruído e a Periculosidade.
e na INSALUBRIDADE a empresa tem de pagar de: 10%, 20% à 40% do salário minimo
3) Qual o nome da perca auditiva ocasionada pela exposição ao ruído?
Neuro Sensorial que é uma doença sem cura, quando ocasionada, perde totalmente a sensibilidade de escutar os sons.
4) Quando deve ser calibrado o aparelho decibelímetro?
Anualmente, todo ano.
5) Qual a diferença entre ruído de conforto e o ocupacional?
O ruído de conforto não precisa utilizar EPI. Já o ruído ocupacional precisa usar EPI.
6) O que é medição ampla?
É medição do setor por inteiro.
7) O que é medição pontual?
É a medição feita no ponto onde esta o ruído.
8) O que é decibelímetro?
Decibelímetro, nome técnico de Medidor de Nível de Pressão Sonora (MNPS). É o equipamento utilizado para realizar a medição dos níveis de pressão sonora, sendo que o nível de pressão sonora é uma grandeza que representa razoavelmente bem a sensação auditiva de volume sonoro.
9) 85 dB podemos ficar exposto sem proteção auricular?
Em medição de ruídos, é por minutos. 480 minutos equivale à 85 dB que é igual a 8 horas de exposição.
10) Para que serve a tecla on no decibelímetro?
Para ligar o decibelímetro.
11) Para que serve a tecla off no decibelímetro?
Para desligar o decibelímetro.
12) Onde podemos localizar o microfone do decibelímetro?
Na ponto do decibelímetro.
13) Na NR-15, qual o valor máximo do dB indicado na escala?
É de 115 dB.
14) No decibelímetro qual o maior índice indicado na sua escala?
130 dB e o menor 35 dB.
15) Qual o nível de pressão sonora que deve se ter nos seguintes locais: sala de estar, varanda e quarto?
66 dB, 70 dB e (de 60 db á 65 dB).
16) Um local com ruído de 75 dB, há necessidade de usar protetor auricular?
Não.
17) O ruído de 93 dB tem necessidade de usar protetor auricular?
Sim.
18) Qual a ABNT e NBR responsável pela avaliação acústica? Na avaliação de nível de ruído e no de tratamento em recintos fechado?
10.151, 10.152, 12.179
19) Defina dB?
Decibéis.
20) Que aparelho é utilizado para avaliação de ruídos?
É utilizado o medidor de nível de pressão sonora, dosímetro de ruído.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
PARQUES INDUSTRIAIS
1)Toda máquina tem que ter que atender alguns requisitos mínimos para ter garantias de segurança.
2) Prevenir o contato (De que maneira eu posso prevenir o contato com as partes perigosas da máquina).
3) Máquinas tem que haver estabilidade de segurança no tempo (Requisitos mínimos de durabilidade) dos dispositivos de segurança. Todo dispositivo tem a sua validade.
4) Proteger da queda de objetos (De que maneira posso fazer para que nenhum objeto caia nas partes móveis da máquina. Primeiro de tudo eliminar o risco. Segunda tentar minimizar. Terceiro e último, a utilização de EPC e utilização de EPI.
5) Não criar novos perigos (Estar atento para que não haja novos perigos.)
6)Não criar interferências (Fazer com que o meu trabalho não interfira no trabalho do outro.)
7) Participação e capacitação em segurança (Para que haja prática e conhecimento do assunto.)
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