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segunda-feira, 20 de maio de 2013

MINISTÉRIO DO TRABALHO RECONHECE A PROFISSÃO DE TECNÓLOGO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

Ministério do Trabalho e do Emprego reconhece a profissão de Tecnólogo em Segurança no Trabalho, a qual está enquadrada no mesmo grupo dos Engenheiros, até o momento esta profissão só era reconhecida pelo MEC.


CBO 2149-35 – Tecnólogo em Segurança do Trabalho
Descrição Sumária: Controlam perdas de processos, produtos e serviços ao identificar, determinar e analisar causas de perdas, estabelecendo planos de ações preventivas e corretivas. Desenvolvem, testam e supervisionam sistemas, processos e métodos produtivos, gerenciam atividades de segurança do trabalho e do meio ambiente, planejam empreendimentos e atividades produtivas e coordenam equipes, treinamentos e atividades de trabalho.
(Verificar informação)

A luta dos tecnólogos de Segurança do Trabalho pelo reconhecimento de sua profissão obteve uma vitória relevante para a classe. No dia 6 de janeiro, o Ministério do Trabalho e Emprego oficializou a entra da da categoria na CBO (Classificação Brasileira de Ocupação), tornando a presença dos   tecnólogos de Segurança no meio pre­vencionista mais forte e importante. "Essa conquista marca o início de uma nova fase. Será o caminho para a obtenção da regula mentação da profissão. Não será `do dia para a noite’ que mudaremos tudo, mas percebo que aos poucos estamos conseguindo conquistar o nosso espaço", avalia o professor e coordenador do curso su­perior de Tecnologia em Segurança no Trabalho da Ulbra de Canoas/RS, Marino José Grecco.

Registrado na CBO com o número 2149-35, o tecnólogo de Segurança foi caracterizado como o profissional responsável por controlar perdas de processos, produtos e serviços ao identificar, determinar e analisar causas de perdas e estabelecer plano de ações preventivas e corretivas.  Também compete a ele desenvolver, testar e supervisionar sistemas, processos e mé todos produtivos, gerenciar atividades de Segurança do Trabalho e de Meio Ambiente, planejar atividades produtivas e coordenar equipes e treinamentos.

No entanto, mesmo com essa conquista, ainda há muitas batalhas a serem vencidas. A principal delas é a inclusão da categoria no SESMT, caso contrário, o espaço no mercado continuará restrito. "Infelizmente as empresas só contratam quando são obrigadas, principalmente na área de Segurança. Ou seja, enquanto não houver uma adequação da NR 4, as mudanças serão mínimas", analisa Luísa Tânia Elesbão Rodrigues, engenheira de     Se­gurança, auditora fiscal e professora do curso Técnico em Segurança do Trabalho da UFRGS.

Para o consultor e técnico de Segurança Cosmo Palásio de Moraes Júnior, a entrada do tecnólogo no mercado de SST será uma barreira a mais a ser vencida. "Não é ruim para a área ter seu tecnólogo especializado, mas é preciso ter consciência de que, mesmo depois de décadas, os      engenheiros e os técnicos só conseguiram fazer com que 1% das organizações de nos so País instituísse o SESMT em seu quadro de trabalho. De um lado há a questão da valorização do conhecimento, mas do outro há uma questão política e social mais complexa", explica Cosmo.

Na opinião de Grecco, a inserção do tecnólogo na regulamentação do SESMT é importante, mas não uma condição de terminante para sua presença no mercado. "Muitas empresas que não contemplam o direcionamento da NR precisam de um profissional que as ajude a cumprir a legislação. O tecnólogo tem capacitação necessária para preencher esse papel", sintetiza.

Confira na íntegra na Edição 218 da Revista Proteção.
www.protecao.com.br
Data: 17/02/2010 / Fonte: Revista Proteção

SEGURANÇA COM PRODUTOS PERIGOSOS

INCIDENTES COM PRODUTOS PERIGOSOS 

Tais incidentes podem acontecer, basicamente, de duas maneiras:
· derramamento acidental;
· depósito clandestino.


O derramamento acidental pode acontecer em decorrência de um acidente ou incêndio em instalações ou veículos; falha em processo ou equipamento industrial; ação deliberada.
As conseqüências de um derramamento são a potencial contaminação do ambiente - ar, solo, águas - passando daí para os seres vivos - plantas, animais e pessoas. Esta contaminação ambiental ocorre também quando produtos perigosos sem utilidade são abandonados ou despejados sem quaisquer precauções.
Há que contar sempre com a ignorância de algumas pessoas que, em muitas ocasiões, pode criar ou agravar uma situação de risco.



COMO IDENTIFICAR PRODUTOS PERIGOSOS 



É muito difícil, senão impossível, mesmo para um técnico, identificar, num relance, se um determinado líquido, pó, fumaça ou sólido é um dos chamados produtos perigosos. A imprudência (ou azar) de algumas pessoas, tocando, inalando ou até mesmo ingerindo um destes produtos, acaba com a dúvida, com o aparecimento dos sinais e sintomas de queimaduras ou intoxicações.
Cada produto recebeu um número de quatro algarismos, sendo agrupados em nove classes, conforme a similaridade:
1. Explosivos
2. Gases Comprimidos
3. Líquidos Inflamáveis
4. Sólidos Inflamáveis
5. Substâncias Oxidantes
6. Substâncias Tóxicas e Infectantes
7. Substâncias Radioativas
8. Corrosivos
9. Diversos

SEGURANÇA EM LIXADEIRA


TOXIDADE


É a medida do potencial tóxico de uma substância. Não existem substâncias químicas sem toxicidade. Não existem substâncias químicas seguras, que não tenham efeitos lesivos ao organismo, porém se forem tomadas algumas medidas de segurança, como a associação da utilização de equipamentos de proteção coletiva, de equipamentos de proteção individual, dos procedimentos operacionais seguros, além da limitação da dose e da exposição poderemos manipulá-las com segurança.
O profissional deve ter sempre em mente que somente deve utilizar em seus ensaios substâncias com efeitos irreversíveis quando absolutamente necessário. Neste caso os procedimentos operacionais devem estar disponíveis, a supervisão deve ser requerida e todo o processo deve ser realizado de forma a garantir que o material ou substância não contamine o ar respirado no ambiente de trabalho. Em relação a este aspecto deve ser lembrado que não basta o uso de capelas químicas, mas estas devem ser adequadas ao uso da substância em questão. É comum se encontrar químicos que desconhecem os vários padrões de exaustão e suas destinações. Quando são manipulados substâncias com efeitos crônicos ou de longo-prazo deve-se considerar a possibilidade de monitoração ambiental. Esta deve ser planejada sempre se considerando as rotinas de trabalho e não somente segundo padrões externos. 
Os maiores fatores que influenciam na toxicidade de uma substância são: freqüência da exposição, duração da exposição e via de administração. Existe uma relação direta entre a freqüência e a duração da exposição na toxicidade dos agentes tóxicos. 
Para se avaliar a toxicidade de uma substância química, é necessário conhecer: que tipo de efeito ela produz, a dose para produzir o efeito, informações sobre as características ou propriedades da substância, informações sobre a exposição e o indivíduo.

A IMPORTÂNCIA DA SINALIZAÇÃO


A importância da Sinalização de Segurança do Trabalho. Muitas vezes a importância dela e ignorada pelas empresas. Mas quem adere colhe muitos benefícios.


CONCEITO




Sinalização - O conjunto de estímulos que informam um indivíduo sobre a melhor conduta a tomar perante determinadas circunstâncias e situações importantes.
Você já entrou em algum lugar desconhecido como por exemplo, um hospital ou uma empresa sem conhecer nada previamente e andou por diversos setores do mesmo, entrou e saiu, sem perguntar nada a ninguém, sabe como você conseguiu isso? 
Você só conseguiu por que a sinalização estava bem feita!
E com a sinalização de segurança não é diferente, se acabar a luz e a sinalização de segurança for eficiente, você conseguirá sair de um local mesmo sem ter energia elétrica sem machucar ou sofrer acidente algum.
Nessa hora ter uma iluminação de emergência que funciona é tudo!
Sinalização de indicação e sinalização de segurança se confundem, afinal, se estamos cientes de onde estamos, já é um bom começo em termos de segurança, não ficaremos inseguros e nem desesperados.
As cores utilizadas para segurança em estabelecimentos ou locais de trabalho, a fim de indicar e advertir sobre riscos existentes, identificar equipamentos de segurança, delimitar áreas, identificar tubulações empregadas para a condução de líquidos e gases, devem atender ao indicado na Norma Regulamentadora 26 e atender os dispostos das normas técnicas oficiais. númeras são as vezes que pessoas caem no chão molhado apenas por falta de uma placa sinalização de segurança avisando “cuidado piso molhado”.
Atitudes simples como colocar uma placa dessas evitam acidentes e lesões decorrentes da queda.

UM CASO REAL DE QUEDA POR FALTA DE SINALIZAÇÃO

Fiquei sabendo que o dono de uma empresa escorregou no sabão, e caiu no momento em que os colaboradores do serviço gerais estavam lavando o piso, imagine a situação, o dono, seu patrão caído no chão por falta de uma placa avisando que o piso estava molhado, obviamente a situação não ficou legal…
Portanto sinalização de segurança é algo que deve ser tratado com atenção, pois agindo assim evitaremos acidentes.

Veja também: Norma Regulamentadora 26 Sinalização de Segurança

NR.15 - ATIVIDADE E OPERAÇÕES INSALUBRES