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sábado, 2 de agosto de 2014

BRIGADA DE INCÊNDIO

FORMAÇÃO DA BRIGADA DE INCÊNDIO

Nos termos da ABNT NBR 14.276/2006, a brigada de incêndio é definida como um grupo organizado de pessoas preferencialmente voluntárias, ou indicadas, treinadas e capacitadas para atuar na prevenção e no combate ao principio de incêndio, abandono de área e primeiros socorros, dentro de uma área preestabelecida.
A Portaria INMETRO 035 de 18/02/1994 regulamenta a obtenção de certificado de capacitação técnica para os serviços de manutenção de extintores de incêndio e o regulamento especifico para extintores de incêndio.
Sua ação é vital nos primeiros cinco minutos de combate e extinção do fogo, antecedendo a ação do Corpo de Bombeiros. Segundo as estatísticas: “o que a Brigada de Incêndio não faz nos primeiros cincos minutos, em um incêndio, o Corpo de Bombeiros leva em média cinco horas para controlar o incêndio.

A Brigada de Incêndio, devido à sua importância, é prevista no âmbito federal pela Lei 6514/77, que dá as diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho, regulamentadas pela Portaria 3214/78, e por meio da NR-23, que trata da Proteção Contra Incêndios. No âmbito estadual e municipal, também existem leis especificadas e fiscalizadas, como a Decreto Estadual 56819/11 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, com a NBR 14276/99 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

sábado, 25 de maio de 2013

COMO VERIFICAR A DATA DE VALIDADE DOS EXTINTORES

Conferir a data de validade é importante, mas, não é nada fácil, até os mais experientes as vezes tem alguma dificuldade nessa tarefa.
Saber conferir a data de validade do extintor é tarefa de nós Técnicos em Segurança do Trabalho, Engenheiros e outros prevencionistas.

Por que é importante saber verificar a data de vencimento do extintor?
Extintor vencido é sinônimo de prejuízo! Imagine que comece um incêndio na empresa, o funcionário pega o extintor e o mesmo não funciona por estar vencido, o fogo foge de controle e então…
Alguém chama a vistoria dos Bombeiros para verificação e posterior certificação e como ninguém sabe ver a data de vencimento do extintor, ele fica lá, vencido, o Bombeiro vê e por isso a empresa perde tempo, terá que recarregar o extintor para poder chamá-lo novamente.
OBSERVAÇÃO
Na verdade o termo correto seria verificação da validade da carga do extintor, afinal o extintor não vence, não tão rápido quanto a carga.
Iniciando – conhecendo o selo do INMETRO
Vamos aprender de uma forma bem prática, para mostrar de fato como verificar a validade do extintor passo a passo, vamos lá.
Para saber o validade do extintor (carga) procure pelo selo do INMETRO que está fixado no próprio vasilhame (cilindro) do extintor.
O selo do INMETRO tem partes destacáveis são elas que mostram a data de realização do serviço. Após um ano a contar da data de realização do serviço (recarga ou carga) é necessário providenciar a recarga.

Procure conhecer a legislação do seu estado
No estado de Santa Catarina os extintores tem validade de 5 anos. Na grande maioria dos estados a recarga é anual, procure saber se no seu estado qual é o vencimento definido pelo Corpo de Bombeiros Militar.
 Para facilitar a visualização fiz uma imagem do selo do INMETRO em tamanho grande.
A parte das letras significa os meses do ano (estão em destaque no campo azul) e logicamente vão de Janeiro a Dezembro.
A parte das letras sempre terá 4 espaços para 4 anos (campo destacado em vermelho) se estiver procurando a parte dos anos no seu extintor e não encontrar, é por que ele está muito vencido.
Como verificar a data de validade da carga do extintor?
Normalmente o selo do INMETRO vem com as partes dos meses e dos anos destacáveis, como disse acima.
Para verificar a validade procure observar os meses que vem antes e/ou depois do espaço que foi destacado. Posteriormente procure observar no campo dos anos os/o espaços que vem antes e/ou depois do que foi destacado. Lembrando de considerar que o extintor (a carga) vence um ano após a realização do serviço.
A carga do extintor abaixo vence quando?
A realização do serviço de recarga foi feita em Novembro de 2012, lembra das dicas acima?
Logo, a carga do extintor vencerá em Novembro de 2013!
Mais um exemplo prático
Quando vencerá a carga desse extintor. Para saber lembre-se das dicas acima. A carga desse extintor vencerá em setembro de 2014 (esse é futurista).

FONTE: http://segurancadotrabalhonwn.com/como-verificar-a-validade-do-extintor/

RELATÓRIO DE INSPEÇÃO DO CORPO DE BOMBEIROS


Tirar o AVCB (Auto de Vitoria do Corpo de Bombeiros) é indispensável a todas as empresas que querem realmente trabalhar de forma legal. Muitas ações devem ser tomadas para tirar o AVCB.
O AVCB  é um item que visa garantir a Segurança no ambiente de Trabalho no tocante a incêndio e outras situações de emergência.
Muitos empregadores deixam tudo para ser feito em cima da hora. E entram em pânico quando observam a enorme lista de exigências do Corpo de Bombeiro.
Hoje mostraremos a lista de exigências do Corpo de Bombeiros. A partir dela terá ao menos uma direção de onde começar as adequações que possivelmente serão exigidas.
Vamos ver o que é necessário e assim, evitaremos a correria e o pânico na hora de Inspeção Anual do Corpo de Bombeiros para retirada do AVCB. 
1 – EXTINTORES
Devem estar fixados na parede ou colocados em suporte próprio.
Os que estiverem na parede ser bem fixados firmemente. Isso evita que caiam acidentalmente e que provoquem acidentes com a referida queda.
No momento da colocação procure observar as normas do Corpo do Bombeiros em seu estado.
Se estiverem com irregularidade na carga (carga vencida, abaixo do nível) seu certificado não sairá até que normalize. Observe também o recipiente/caso do extintor.
Extintores estão desimpedidos.
Os extintores estão sinalizados.

2 – ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Se sua empresa tem algum tipo de trabalho noturno é provável que o Bombeiro da inspeção exija a iluminação.
Para a correta instalação observe as normas do Corpo de Bombeiros no seu estado.


3 – SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA

- Sinalizar a entrada de elevadores, colocando a descrição “É proibido usar em caso de incêndio”.
- Sinalizar equipamentos de combate a incêndio, hidrantes, bombas de água de incêndio, alarme de incêndio, extintores, dentre outros.
- Sinalizar disjuntor de alimentação da bomba de incêndio com a descrição “Bomba de incêndio – não desligue”.
- Sinalizar acima das portas de acesso á escada com a simbologia ou descrição “saída de emergência”.
- Sinalizar a escada internamente com o número do pavimento e a simbologia ou descrição “saída” no térreo.
- Sinalizar bombas de abastecimento com a descrição “perigo” e “é proibido fumar”.

4 – INSTALAÇÕES PREVENTIVAS
- Instalar e/ou fazer manutenção no sistema de hidrante e mangotinho/Splinker conforme projeto aprovado pelo Corpo de Bombeiros.
- Instalar e/ou fazer manutenção no sistema de alarme e detecção de incêndio conforme projeto aprovado pelo Corpo de Bombeiros,
- Instalar hidrante público tipo coluna a distância de 300 metros conforme projeto aprovado pelo Corpo de Bombeiros.
- Pintar tubulação de incêndio na cor vermelha, observar Norma Técnica dos Bombeiros do seu estado.
- Instalar Dispositivo de Ancoragem de Cabo – DAC.
Observação:
As edificações com a obrigatoriedade de apresentar dispositivos para ancoragem de cabos de salvamento devem providenciá-lo colocados na cobertura, e em pontos onde a parede ofereça menor probabilidade de exposição às chamas.
- Instalar e/ou fazer manutenção na caixa de incêndio (visíveis, desobstruídas, sinalizadas, equipadas com assessórios em condições de uso: adaptador, mangueira, registro de globo).
- Realizar manutenção geral no registro de recalque/passeio e/ou pintar a tampa metálica na cor vermelha com a descrição “incêndio”.

5 – CENTRAL DE GLP
- Afastar a central de GLP no mínimo a:
(    ) 10 m
(    ) 1,5 m de aberturas um nível inferior ao recipiente;
(    ) 1,5 m
(    ) 3 m das fontes de ignição, e outras aberturas;
(    )  6 m produtos tóxicos, perigosos, inflamáveis e chama aberta;
(    ) 3 m de produtos combustíveis.
- Retirar permanentemente recipientes de GLP da edificação, utilizar central de gás.
- Instalar placas de “perigo”, “inflamável” e “não fume”, em quantidade tal que possam ser visualizadas em qualquer direção.
- Instalar ou adequar central de gás de acordo com as normas estaduais do Corpo de Bombeiros.
- Instalar a altura _______ não inferior a 1,60 m e sinalizar extintores do tipo ____________________.
- Pintar canalização de GLP de acordo com as normas estaduais do Corpo de Bombeiros.

DOCUMENTAÇÃO A SER APRESENTADA
- Original e cópia da Nota Fiscal, no ato de recebimento do Certificado de Conformidade (CERCON), fornecida pela empresa credenciada pelo Corpo de Bombeiros no seu estado, de aquisição ou manutenção dos extintores da sua empresa.
- Projeto correspondente à edificação aprovado pelo Corpo de Bombeiros do seu estado: Arquitetônico, memorial descritivo e de incêndio.
- Original e cópia do Certificado de Conformidade (CERCON) conforme legislação do Corpo de Bombeiros do seu estado.
- Original e cópia do Laudo Técnico ou ART com parecer conclusivo anotado no CREA de:
(    ) manutenção/inspeção
(    )  execução dos seguintes sistemas:
(    ) Da obra
(    ) Hidrante e mangotinho/Splinker;
(    ) Elevadores;
(    ) Instalações elétricas SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) e iluminação de emergência;
(    ) Caldeiras e vasos de pressão;
(    ) Central de gás;
(    ) Teste de estanqueidade da central de GLP ;
(   ) DAC _______________________________________________
- Cópia e original do documento de fé pública que comprove a data e a área de construção da edificação.
- Comprovante de pagamento;
(    )  da taxa de inspeção;
(    ) de diferença de área.
- Comprovante de incombustibilidadeou de tratamento com solução retardante do fogo nos materiais no local de reunião de público.
- Original e cópia autenticada da Certidão de Uso do Solo atualizada ou equivalente expedida pela prefeitura municipal (somente para primeira inspeção).
- Plano de Intervenção de Incêndio elaborado por profissional habilitado.
- Certificado de Brigada de Incêndio.

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E SPDA
- Realizar manutenção nas redes elétricas em geral.
- Instalar ou fazer manutenção no SPDA (pára-raios) conforme legislação estadual do Corpo de Bombeiros.

REUNIÃO EM PÚBLICO
- Adequar rotas de fuga (acessos, corredores, ralls, rampas, escadas) ______________________________
- Adequar às rotas de saída;
(   )  quantidade largura e localização;
(   )  abrir de dentro para fora;
(   ) sinalizar com símbolos e anúncios de “Saída” e “Proibido Fumar”, visíveis a distância mesmo com o apagar das luzes;
(   )  instalar ferragem anti-pânico;
- Adequar os conjuntos de cadeira e seus afastamentos a Norma Técnica do Corpo de Bombeiros do seu estado.

SAÍDA DE EMERGÊNCIA
- Construir rota de fuga com sinalização de Saída de Emergência, orientando a evacuação rápida e segura da edificação.
- Realizar manutenção nas portas corta-fogo ou resistente ao fogo.
- Desobstruir as saídas de emergências.
- Instalar ou corrigir guarda-corpo, com altura mínima de 1,05 metros (   ) 1,10 metros preenchido conforme exigência das normas.
- Instalar corrimão em ambos os lados da escada, com altura entre 80 a 92 centímetros do piso, fixados somente pela sua parte inferior,com largura entre 3,8 a 6,5 centímetro, afastado 4 cm da parede e extremidades  voltadas para a parede.
- Adequar piso das escadas e rampas com material incombustível e antiderrapante.
– Proporcionar ventilação permanente e efetiva nas escadas e corredores conforme norma em vigor.

COMO ADEQUAR?
Veja quais desses itens se encaixam na sua atividade. Se a resposta for positiva comece imediatamente a trabalhar e ganhe tempo.
DÚVIDA SOBRE ITENS DESSA POSTAGEM. DÚVIDAS DE ELES SE APLICAM A SUA EMPRESA?
Ligue Corpo de Bombeiros e converse, ou peça uma visita, antes mesmo de dar entrada na AVCB. Com certeza valerá a pena, irá ganhar muito tempo na retirada do AVCB da sua empresa..

domingo, 28 de abril de 2013

ROTEIRO DE DIMENSIONAMENTO PARA SAÍDAS DE EMERGÊNCIAS EM EDIFICAÇÕES

1) Cálculo do número de pessoas por pavimento (duas pessoas por porta na saída de emergência);

2) Cálculo do número de unidades de passagem de emergência;

3) Determinação do número mínimo de saídas de emergências;

4) Distância máxima a serem percorridas;

5) Tempo necessário para desocupação total da edificação, que geralmente em torno de 15 a 20 minutos.

sábado, 27 de abril de 2013

EXTINTOR DE INCÊNDIO COMO PEÇA DECORATIVA

Um extintor de incêndio num canto. Para ser usado quando realmente precisar por alguém que não sabe como usar, que não tem o  devido treinamento, não passa de uma peça DECORATIVA.
Pelo fato de quando envolver incêndio, a questão é "não perder tempo", o tempo é precioso no momento do incêndio e o fogo, a fumaça toma conta do lugar rapidamente. Por essa razão é preciso agir rápido. E melhor ainda se as pessoas tiverem treinamento, saberem o que fazer no momento do incêndio.
Para a utilização de extintores de incêndio, deve se haver treinamento. Algo que é fundamental. Pois não é tão simples de se usar, quanto aparenta ser.

domingo, 23 de dezembro de 2012

SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO MULSIFIRE

Os equipamentos de combate a incêndios podem ser de dois tipos: portáteis, normalmente representado pelos extintores; e fixos, representados pelos hidrantes. Existem vários tipos de equipamentos fixos e portáteis.

O Sistema de Combate a incêndios MULSIFIRE é o sistema hidráulico de funcionamento automático de arrefecimento, utilizado no combate a incêndios em líquidos inflamáveis.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

GLOSSÁRIO DO INCÊNDIO

ABAFADOR: haste de madeira geralmente contendo tiras de mangueira ou até mesmo ramos vegetais verdes, usada para apagar fogo em mato. É também conhecida como “vassoura-de-bruxa”.
ABAFAMENTO: ato de abafar o fogo; uma das três técnicas de extinção de incêndio.
ABALO: diz-se do tremor causado pela natureza ou por fadiga de estrutura.
ABASTECIMENTO: suprimento de água durante um incêndio, imprescindível para o extermínio do mesmo.
ABRAÇADEIRA: também conhecida como “tapa-furos”, é confeccionada em couro envolto por tiras, usada para tapar mangueiras furadas; chapa de ferro usada para segurar paredes ou vigas de madeiramento.
ABRASÃO: desgaste por fricção; raspagem.
ACEIRO: limpeza destinada a impedir acesso do fogo a cercas, árvores, casas, etc., mediante roçada, carpa, desobstrução.
ACERAR: afiar; aguçar; amolar.
ACETILENO: gás formado pela ação da água sobre a hulha; etino.
ACETONA: líquido inflamável e volátil, obtido por destilação seca.
ACHA: peça de madeira rachada para o fogo.
AÇO: liga de ferro com carbono que se torna extremamente dura quando, depois de aquecida, é esfriada repentinamente.
ACONDICIONAR: arranjar, arrumar; preservar contra deteriorização (cordas, cabos ou mangueiras).
ACOPLAR: unir, ligar, juntar.
AÇUDE: construção destinada a preservar águas pluviais.
ADAPTAÇÃO: qualquer peça usada para suprir dificuldades de encaixe; peça usada por bombeiros para ligar ou unir mangueiras com juntas de união diferentes.
ADUCHAR: ato de enrolar a mangueira de forma a permitir que a mesma permaneça bem acondicionada, e propiciando uma forma fácil de transportá-la e prepará-la para uso com rapidez; diz-se de todo acondicionamento de material com o objetivo de preservá-lo.
ADUTORA: canal, galeria ou encanamento que leva água de um manancial para um reservatório; diz-se da linha de mangueira principal para o combate a um incêndio (a que leva água para as linhas de ataque direto).
AERODUTO: duto de ar nas instalações de ventilação.
AFFF: Aqueous Film Forming Foam - Espuma Formadora de filme Aquoso.
AFFF / ARC: Aqueous Film Forming Foam / Alcool Resistant Concentrate - Espuma Formadora de filme Aquoso e Concentrado Resistente a Alcool.
AFERIR: medir; conferir; calibrar.
AGENTE EXTINTOR: que age, que exerce, que produz efeito sobre o fogo, extingüindo-o.
ÁGUA: líquido formado de dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio, sem cor, cheiro ou sabor, transparente em seu estado de pureza; agente extintor universal.
AGULHETA: tipo de esguicho de jato sólido e único, sem regulagem de proporções ou demanda.
ALAGAMENTO: enchente de água; inundação de terras.
ALARME: aviso de algum perigo; dispositivo usado para alertar ou acionar alguém sobre um perigo.
ALASTRAR: estender; espalhar (o fogo).
ALAVANCA: barra inflexível, reta ou curva, apoiada ou fixa num ponto de apoio fora de sua extensão, e destinada a mover, levantar ou sustentar qualquer corpo.
ALAVANCA CYBORG: espécie de alavanca multi-uso, possuindo uma extremidade afilada e chata formando uma lâmina, cuja lateral estende-se um punção, e em seu topo predomina uma superfície chata. Na outra extremidade há uma unha afiada com entalhe em “V”. É também conhecida como “Quic-bar”.
ALCATRÃO: substância obtida pela destilação da madeira, turfa ou carvão mineral.
ALICATE: pequena ferramenta torquês, geralmente terminada em ponta mais ou menos estreita, com variadas utilidades como prender, segurar ou cortar objetos.
ALICERCE: maciço de alvenaria que serve de base às paredes de um edifício.
ALVARÁ: documento passado por uma autoridade judiciária ou administrativa, que contém ordem ou autorização para a prática de determinados atos.
ALVENARIA: obra feita de pedras e tijolos ligados por argamassa, cimento, etc.
AMIANTO: silicato refratário ao fogo e aos ácidos; asbesto.
AMÔNIA: solução aquosa do gás amoníaco.
AMONÍACO: gás incolor, de odor intenso e picante, muito solúvel em água, resultante de uma combinação de nitrogênio e hidrogênio, de fórmula NH2.
ANCORAGEM: ato ou efeito de se ancorar; amarra feita com o intuito de pendurar algo, ou manter a segurança de algo ou alguém.
ANDAIME: estrado de madeira ou metal, provisório, de que se utilizam os pedreiros para erguerem um edifício.
ANEMÔMETRO: aparelho de medir a velocidade e a força dos ventos.
ANTEPARO: peça que se põe diante de alguma coisa ou de alguém para resguardar.
APARELHO DE HIDRANTE: artefato para expedição de água, geralmente em forma de “T”, usado sempre em hidrante do tipo subterrâneo, com rosca em sua extremidade de acoplamento, para fácil e rápido manuseio.
AQUEDUTO: canal, galeria ou encanamento destinado a conduzir água de um lugar para outro.
AR COMPRIMIDO: ar engarrafado em cilindro, sob pressão, usado por bombeiros para proteção respiratória em casos de incêndio.
ARC: Alcool Resistant Concentrate - Concentrado Resistente a Alcool.
ARCO VOLTAICO: ocorre quando a energia elétrica procura um caminho para “terra” e “salta” de um ponto energizado para um condutor em contato com o solo.
ARVORAR: ato de erguer, levantar ou elevar a escada de bombeiros.
ATAQUE: diz-se do ato do bombeiro que avança sobre o incêndio, com o intuito de exterminá-lo; denomina-se linhas de ataque as mangueiras que são usadas para o extermínio do incêndio.
BACKDRAFT: através de uma queima lenta e pobre em oxigênio, o fogo fica confinado por algum tempo, sem alimentação do comburente. Quando o comburente entra no local, ocorre uma explosão, onde é dada esta denominação para o fenômeno.
BALACLAVA: gorro justo de malha de lã, em forma de elmo, que cobre a cabeça, o pescoço e os ombros.
BANDÓ: espécie de protetor posterior da nuca, usado junto ao capacete, de material refratário.
BANZO: cada uma das duas peças longitudinais principais da escada, onde de encaixam os degraus.
BARBARÁ: espécie de hidrante, também conhecido como “de coluna”, cuja abertura é feita por um registro tipo gaveta, possuindo uma expedição de 100mm e duas de 63mm.
BLEVE: sigla de “Boiling Liquid Expanding Vapor Explosion”, acerca de um fenômeno que ocorre em recipientes com líquidos inflamáveis sob pressão, explodindo devido a queda de resistência das paredes do cilindro.
BLOCO CONTRA FRICÇÃO: peça destinada a eliminar o atrito das mangueiras com quinas ou cantos abrasivos.
BOIL OVER: fenômeno que ocorre devido ao armazenamento de água no fundo de um recipiente, sob combustíveis inflamáveis, sendo que a água empurra o combustível quente para cima, durante um incêndio, espalhando-o e arremessando-o a grandes distâncias.
BOLSÃO: tem por finalidade carregar escombros durante o rescaldo ou servir de recipiente para imersão de materiais em brasa.
BOMBA DE INCÊNDIO: equipamento constituído de bomba d’água hidráulica acoplada a motor próprio (moto-bomba). Pode ser fixa, transportável por veículo ou portátil.
BOMBA FLUTUANTE: motobomba utilizada para drenagem de água de pavimentos subterrâneos, alagamentos, etc.
BOTA: um dos itens do Equipamento de Proteção Individual do bombeiro, podendo ser de borracha ou couro.
CABEÇA: denominação dada a parte do incêndio florestal que se propaga com maior rapidez, caminhando no sentido do vento. O fogo ali queima com maior facilidade.
CABO DA VIDA: cabo solteiro feito de material sintético, de 12mm de diâmetro e 6 metros de comprimento, destinado à proteção individual do bombeiro.
CALOR: forma de energia que se transfere de um sistema para outro graças à diferença de temperatura entre eles. Um dos quatro itens do tetraedro do fogo, indispensável para o incêndio.
CANHÃO: esguicho constituído de um corpo tronco de cone montado sobre uma base coletora por meio de junta móvel. É empregado quando de necessita de jato contínuo de grande alcance e volume.
CAPA DE PINO: peça metálica em forma trapezoidal, com uma tomada quadrada, que tem por finalidade acoplar a chave “T” no registro do hidrante, para que este não gire em falso.
CAPACETE: um dos itens do Equipamento de Proteção Individual do bombeiro.
CHAVE “T”: ferramenta que consiste em uma barra de ferro com munhões em forma de “T”, e em sua parte inferior, uma tomada quadrada para o acoplamento ao registro do hidrante.
CHUVEIRO: forma de jato d’água, ideal para resfriamento.
CHUVEIRO AUTOMÁTICO: também conhecido como “sprinkler”, é um sistema de proteção contra incêndio que, através de uma rede de distribuição de água, por tubulação, é acionado por meio automático.
COLETOR: peça que se destina a conduzir, para uma só linha, água proveniente de duas ou mais linhas, ocasionando, então, mais pressão.
COLUNA D’ÁGUA: linha de mangueira que consiste em recalcar água até um esguicho na extremidade superior da edificação.
COMBATE: técnica de extinção do incêndio, formada por linhas de ataque.
COMBURENTE: um dos quatro itens do tetraedro do fogo, fundamental para se obtê-lo. É o elemento que possibilita vida às chamas e intensifica a combustão. O exemplo mais comum é o oxigênio.
COMBUSTÃO: reação química de oxidação, auto-sustentável, com liberação de luz, calor, fumaça e gases.
COMBUSTÍVEL: um dos quatro itens do tetraedro do fogo. É toda a substância capaz de queimar e alimentar a combustão, sendo o elemento que serve para a propagação do fogo.
CONDUÇÃO: forma de propagação de calor. É a transferência de calor através de um corpo sólido de molécula a molécula.
CONFINAMENTO: cercar o fogo, delimitá-lo em ambiente fechado para esgotar a reserva de oxigênio, e, conseqüentemente, extingui-lo.
CONVECÇÃO: forma de propagação de calor. É a transferência de calor pelo movimento ascendente de massas de gases ou de líquidos dentro de si próprios.
CORRETOR DE FIOS: conhecido também como “troca-fios”, é utilizado na correção de padrões de fios diferentes entre duas juntas do tipo rosca, sendo empregado na rosca macho.
CORTA-A-FRIO: ferramenta para cortar telas, correntes, cadeados e outras peças metálicas.
COSTAS OU RETAGUARDA: parte do incêndio florestal que situa-se em posição oposta à cabeça. Queima com pouca intensidade e pode se propagar contra o vento ou em declives.
CROQUE: ferramenta constituída de uma haste comprida, geralmente de madeira ou plástico rígido, tendo na sua extremidade uma peça metálica com ponta e fisga.
DEDO: parte do incêndio florestal, que se predomina por faixa longa e estreita que se propaga rapidamente a partir do foco principal.
DERIVANTE: peça metálica destinada a dividir uma linha de mangueira em outras de igual diâmetro ou de diâmetro inferior.
DESABAMENTO: queda ou desmoronamento de estrutura sólida.
EDUTOR: peça metálica com introdução de 38mm e expedição de 63mm, possuindo uma válvula de retenção que impede o alagamento do compartimento, caso haja queda de pressão na introdução ou alguma obstrução no tubo de descarga.
EMPATAÇÃO: nome dado à fixação, sob pressão, da junta de união de engate rápido no duto da mangueira.
ENTRELINHAS: equipamento acoplado numa linha de mangueira para adicionar o líquido gerador de espuma à água para o combate ao incêndio.
ENXADA: ferramenta de sapa que consiste em uma lâmina de metal, com um orifício em sua parte oposta em que se encaixa um cabo de madeira no sentido perpendicular. Usada para revolver ou cavar a terra e rescaldos.
ENXADÃO: parente da enxada, com variação no tamanho.
EPI: sigla de “Equipamento de Proteção Individual”.
EPR: sigla de “Equipamento de Proteção Respiratória”.
ESCADA: os tipos de escadas que os bombeiros utilizam são: simples, de gancho, prolongável (constituída de dois corpos ligados entre si), crochê (dobrável) e de bombeiro (leve e com um único banzo).
ESCORA: peça geralmente de madeira ou de metal, utilizada para proteger estruturas em colapso.
ESCORAMENTO: operação emergencial para impedir o processo de desarticulação ou desabamento de uma construção.
ESGUICHO: peça metálica adaptada à extremidade da linha de mangueira, destinada a dar forma e controlar o jato d’água. Os bombeiros utilizam os tipos agulheta, regulável, universal, canhão, monitor, pescoço de ganso, proporcionador de espuma e lançador de espuma.
ESPUMA: agente extintor e uma das formas de aplicação de água, sendo constituída por um aglomerado de bolhas de ar ou gás, formada por solução aquosa, apagando o fogo por abafamento e resfriamento.
ESTRANGULADOR: utilizado para permitir contenção do fluxo da água que passa por uma linha de mangueira, sem que haja necessidade de parar o funcionamento da bomba de incêndio ou de fechar registros.
EXPLOSÃO: arrebentação súbita, violenta e ruidosa provocada pela libertação de um gás ou pela expansão repentina de um corpo sólido que, no processo, se faz em pedaços.
EXTINÇÃO: fase do combate ao incêndio em que o fogo é completamente apagado, para posteriormente dar-se início ao rescaldo.
EXTINTOR DE INCÊNDIO: aparelho portátil de fácil manuseio, destinado a combater princípios de incêndio.
FACÃO: ferramenta semelhante a faca, porém maior que esta, utilizada principalmente em vegetações.
FILTRO: peça metálica acoplada nas extremidades de admissões de bombas de incêndio, para evitar que nelas entrem corpos estranhos.
FLANCO: a lateral do incêndio florestal que separa a cabeça das costas ou retaguarda. A partir do flanco, forma-se o dedo.
FLASHOVER: fenômeno apresentado quando, na fase de queima livre de um incêndio, o fogo aquece gradualmente todos os combustíveis do ambiente. Quando determinados combustíveis atingem seu ponto de ignição, simultaneamente, haverá uma queima instantânea desses produtos, o que poderá acarretar uma explosão ambiental.
FOCO: ponto central de onde provém o fogo.
FOCO SECUNDÁRIO: provocado por fagulhas que o vento leva além da cabeça ou por materiais incandescentes, durante o incêndio florestal.
FOGO: fenômeno que consiste no desprendimento de calor e luz produzidos pela combustão de um corpo.
FRANCALETE: cinto de couro estreito e de comprimento variado dotado de fivela e passador, utilizado na fixação de mangueiras e outros equipamentos.
FUMAÇA: porção de vapor resultante de um corpo em chamas.
GADANHO: espécie de “garfo” de sapa com dentes de ferro, utilizado no rescaldo para arrastar ou remover materiais.
GLP: sigla de “Gás Liquefeito de Petróleo”, mais conhecido como “gás de cozinha”.
GOLPE DE ARÍETE: força ocasionada quando o fluxo da água, através de uma tubulação ou mangueira, é interrompido de súbito. A súbita interrupção do fluxo determina a mudança de sentido da pressão, sendo instantaneamente duplicada, acarretando sérios danos aos equipamentos hidráulicos e à bomba de incêndio. Tal acidente pode ser evitado com o uso da válvula de retenção.
HALON: agente extintor de compostos químicos formados por elementos halogênios (flúor, cloro, bromo e iodo).
HIDRANTE: dispositivo colocado na rede de distribuição de água, permitindo sua captação pelos bombeiros para combate a incêndio. Pode ser encontrado nas versões de coluna (barbará) e subterrâneo.
HT: sigla para “hand-talk”, rádio portátil com bateria recarregável usado pelo bombeiro.
INCÊNDIO: fogo de origem acidental, geralmente sem controle.
IRRADIAÇÃO: uma das formas de propagação de calor, transmitida por ondas de energia calorífica que se deslocam através do espaço.
ISOLAMENTO: método cercar o fogo, impedindo sua propagação; manter a integridade de um local.
JATO: forma da água ao sair do esguicho. Pode ser sólido ou contínuo, chuveiro e neblina.
JUNTA DE UNIÃO: peça metálica utilizada para efetuar a conexão de mangueiras, mangotes e mangotinhos entre si e a outros equipamentos hidráulicos.
LANÇADOR DE ESPUMA: espécie de esguicho que tem por finalidade produzir espuma por baixa pressão, através de um dispositivo que arrasta o ar para seu interior, adicionando-o à mistura por meio de batimento, que dará como resultado a espuma.
LANCE: fração de mangueira que vai de uma a outra junta de união.
LANÇO: corpo da escada, compreendido geralmente por dois banzos.
LGE: sigla de “Líquido Gerador de Espuma”.
LINGA: cabo curto de aço com alças em suas extremidades, que tem por objetivo laçar algum objeto para transporte, içamento ou arrasto.
LINHA: conjunto de mangueiras acopladas, que formam um sistema para conduzir água. Subdivide-se em adutora, ataque e siamesa.
LUVAS: item do “Equipamento de Proteção Individual” do bombeiro. Pode ser de raspa, PVC, nitrílica e de borracha. Também há a luva de procedimentos, usadas em primeiros socorros, compostas de látex.
MACETE DE BORRACHA: martelo de borracha maciça e cabo de madeira, que tem por finalidade auxiliar o acoplamento de peças com junta de união de rosca, através de batidas nos munhões, sem, contudo, danificá-las.
MACHADO: instrumento constituído de cunha de ferro em um dos lados, com cabo de madeira, destinado ao corte de árvores ou arrombamento.
MALHO: grande martelo, de cabeça pesada, sem unhas e sem orelhas, usado em arrombamentos.
MANANCIAL: lago, nascente ou fonte d’água.
MANGOTE: duto de borracha, reforçado com armação interna de arame de aço, para resistir, sem se fechar, quando utilizado em sucção de água.
MANGOTINHO: tubo flexível de borracha, reforçado para resistir a pressões elevadas e dotado de esguicho próprio. Geralmente é pré-conectado à bomba de incêndio, e utilizado em pequenos focos.
MANGUEIRA: equipamento de combate a incêndio, constituído de um duto flexível dotado de juntas de união, destinado a conduzir água sob pressão. Seu revestimento interno é um tubo de borracha, e o externo uma capa de lona confeccionada de fibras naturais.
MANGUEIROTE: mangueira especial utilizada para o abastecimento de viaturas em hidrantes. Em suas extremidades observa-se juntas de união de rosca fêmea, dotadas de munhões para fácil acoplamento.
MANILHA: peça de metal em forma de “U”, com furos em suas extremidades, por onde passa uma espécie de ferrolho, destinada a prender amarras.
MARRETA: espécie de pequeno malho.
MARTELETE: ferramenta utilizada para cortar ou perfurar metais e alvenaria. É encontrado nas versões hidráulico e pneumático.
MÁSCARA AUTÔNOMA: equipamento constituído de máscara facial, válvula de demanda e traquéia, acoplados a um cilindro de ar-comprimido respirável, utilizados em ambientes com alta concentração de fumaça.
MONITOR: esguicho de grande vazão, abastecido por duas ou mais linhas siamesas.
MOTO-ABRASIVO: aparelho com motor dois tempos que, mediante fricção, produz cortes em materiais metálicos e em alvenarias.
MOTOBOMBA: equipamento constituído de bomba d’água hidráulica acoplada a motor próprio. Pode ser fixa, transportável por veículo ou portátil.
MOTO-EXPANSOR: aparelho com motor próprio, constituído com uma tela onde é lançada a pré-mistura, e de uma hélice, que funciona como ventilador, projetando uma corrente de ar também sobre a tela e a pré-mistura, formando a espuma.
MUNHÃO: haste que tem por objetivo facilitar a pegada manual para diversos fins.
NEBLINA: forma de jato d’água gerado por fragmentação da mesma em partículas finamente divididas, através do mecanismo do esguicho.
OXIGÊNIO: elemento químico mais abundante na crosta terrestre, indispensável à vida dos animais e vegetais. É o comburente mais comum.
PÁ: utensílio de sapa que consiste numa folha de metal larga ou grande colher, adaptado a um cabo comprido, utilizado para escavar ou remover terra e rescaldo.
PÁ DE ESCOTA: pequena pá que pode se transformar em pequena enxada, destinada a trabalhos que exigem cuidado, como soterramento.
PASSADEIRA: lona de grande proporção destinada a proteger materiais durante a operação de rescaldo.
PASSAGEM DE NÍVEL: equipamento confeccionado de metal ou madeira que possui um canal central para a colocação de mangueira, protegendo-a e permitindo o tráfego de veículos sobre as linhas de mangueiras dispostas no solo.
PÉ-DE-CABRA: espécie de alavanca que em uma de suas extremidades apresenta uma unha curva em forma de gancho, e à outra extremidade uma unha chata.
PESCOÇO DE GANSO: espécie de esguicho longo em forma de “L”, com jato de chuveiro, que tem objetivo proteger a linha de ataque durante o combate ao incêndio.
PICARETA: instrumento que consiste em uma peça de ferro com duas pontas aguçadas, da qual se estende um cabo de madeira, que tem por objetivo cavar terra ou remover pedras.
PIROFÓRICO: metal combustível.
PIRÓLISE: transformação por aquecimento de uma mistura ou de um composto orgânico em outras substâncias.
PITOT: aparelho constituído de manômetro que serve para medir a pressão de cilindros.
PÓ QUÍMICO SECO: agente extintor formado por substâncias constituídas de bicarbonato de sódio, bicarbonato de potássio ou cloreto de potássio.
PORÃO: esguicho próprio para extinguir incêndios em pavimentos inferiores de difícil acesso, que produz jato chuveiro.
PRESSÃO: é a força que se aplica na água para esta fluir através de mangueiras, tubulações e esguichos, de uma extremidade a outra.
PROPORCIONADOR DE ESPUMA: espécie de esguicho que reúne o lançador de espuma e o entrelinhas em uma única peça.
RALO: peça metálica que situa-se na introdução da bomba de incêndio para impedir a entrada de detritos em suspensão na água.
REAÇÃO EM CADEIA: um dos itens do tetraedro do fogo, que torna a queima auto-sustentável.
REDUÇÃO: peça metálica utilizada para a conexão de juntas de união de diâmetros diferentes.
REGISTRO DE RECALQUE: extensão da rede hidráulica, constituído de uma conexão (introdução) e registro de paragem em uma caixa de alvenaria fechada por tampa metálica, situando-se abaixo do nível do solo (no passeio), junto à entrada principal da edificação.
REIGNIÇÃO: nova ignição de incêndio já combatido e extinto, que dá-se devido à brasas e focos escondidos não encontrados no rescaldo.
RESCALDO: fase do seviço de combate a incêndio em que se localizam focos de fogo escondidos ou brasas que poderão tornar-se novos focos.
RESFRIAMENTO: método de extinção de incêndio que consiste em diminuir a temperatura do material combustível que está queimando, diminuindo, conseqüentemente, a liberação de gases ou vapores inflamáveis.
SALVATAGEM: conjunto de ações que visa diminuir os danos causados pelo fogo, pela água e pela fumaça durante e após o combate ao incêndio.
SAPA: conjunto de ferramentas usadas em escavações ou remoções (pá, enxada, gadanho, etc.).
SIAMESA: espécie de linha composta por duas ou mais mangueiras adutoras, destinadas a conduzir água da fonte de abastecimento para um coletor, e deste, em uma única linha, aumentando o volume de água a ser utilizada.
SINISTRO: acontecimento que causa dano, perda, sofrimento ou morte; acidente; desastre; incêndio.
SPRINKLER: também conhecido como chuveiro automático.
SUPLEMENTO DE UNIÃO: peça metálica utilizada na correção de acoplamentos de juntas de rosca, quando há encontro de duas roscas macho ou duas roscas fêmea.
SUPORTE DE MANGUEIRA: peça metálica com uma tira de couro ou nylon, utilizada para fixar a linha de mangueira na escada.
TAMPÃO: peça metálica que destina-se a vedar as expedições desprovidas de registro que estejam em uso, e a proteger as extremidades das uniões contra eventuais golpes que possam danificá-las.
TETRAEDRO DO FOGO: esquema de quatro faces para exemplificar os quatro elementos essenciais do fogo: calor, combustível, comburente e reação em cadeia.
TORRE D’ÁGUA: linha de mangueira ou tubulação que consiste em recalcar água até um esguicho na extremidade superior da viatura aérea.
VÁLVULA DE RETENÇÃO: peça metálica utilizada para permitir uma única direção do fluxo da água, possibilitando que se forme coluna d’água em operações de sucção e recalque. Impede o golpe de aríete.
VASSOURA-DE-BRUXA: denominação popular do “abafador”, utilizado em incêndio florestal.
VENTILAÇÃO: remoção e dispersão sistemática de fumaça, gases e vapores quentes de um local confinado, proporcionando a troca dos produtos da combustão por ar fresco, facilitando, assim, a ação dos bombeiros durante o combate ao incêndio.