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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

EXPRESSÕES DE USO CONTÍNUO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

DANO- É a gravidade da perda humana,material, ambiental ou financeira que pode resulatr,caso o controle sobre o risco seja perdido.
um operário desprotegido pode cair de uma viga a 3 metros de altura sofrer um dano fisico como por exemplo, uma fratura na perna. Se a viga estivesse colocada a 90 metros de altura ele, com certeza, estaria morto. O risco ( possibilidde) e o perigo(exposição) de queda são os mesmos. entretanto a diferença reside apenas na gravidade do dano que poderia ocorrer com a queda.

CAUSA- É a origem de caráter humano ou material relacionada com o evento catastrófico(acidente ou falha) resulante da materialização de um risco, provocando danos.

PERDA- é o prejuizo por uma organização,sem garantia de ressarcimento por seguro ou por outros meios.

SINISTRO-è o prejuizo sofrido um organização, com garantia de ressarcimento por seguro ou por outros meios.

INCIDENTE- qualquer evento ou fato negativo compotencial para provocar danos. é também chamado " quase acidente", situação em que não há danos macroscópicos.

NIVEL DE RISCO- Expressa uma probabilidade de possíveis danos dentro de um periodo especifico de tempo ou numero de cilcos operacionais.pode ser iondicado pela probabilidade de um acidente multiplicada pelo dano fem recusros financeiros,vidas ou unidades operacionais.

IDENTIFICAÇÃO E ANALISE DE RISCOS
De modo geral, a Analise de riscos tem por objetivo responder a uma, ou mais de uma, das seguintes perguntas relatias a uma determinada instalação:

-Quais os riscos presentes naplnata e o que pode acontecer de errado?
-Qual a probabilidade de ocorrência de acidentes devido aos riscos presentes?
-Quais os efeitos e as consequências destes acidentes?
-Como poderiam ser aliminados ou reduzidoa estes riscos?


Os riscos ocupacionais...
.... são os perigos que incidem sobre a saúde humana e o bem-estar dos trabalhadores associados a determinadas profissões. Embora sejam feitos esforços para reduzir os riscos de acidentes no trabalho, esses riscos continuam presentes em indústrias, empresas em geral, estabelecimentos comerciais e demais ambientes profissionais. Reconhecer os riscos ocupacionais é o primeiro passo para elaborar e implementar em programas de segurança do trabalho e redução de riscos com o intuito de manter a qualidade de vida dos trabalhadores, especialmente os que atuam em locais insalubres, como na indústria de mineração ou no setor elétrico.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

TÉCNICAS DE ABORDAGEM PARA IDENTIFICAR E ELIMINAR FALHAS

Neste artigo vou apresentar algumas técnicas de abordagens para ajudar no dia-a-dia dos prevencionistas em suas inspeções de rotina. Quando olhamos para uma situação de trabalho, nem sempre identificamos de imediato o que realmente está acontecendo. Embora tenhamos a idéia de que algo não está correto, muitas vezes o risco maior pode estar escondido. A correta identificação dessas falhas depende de como você fará a abordagem nessa situação. Muitas vezes vi profissionais de segurança usarem de seu poder para tentar corrigir uma situação e, além de não conseguir sanar a falha, provavelmente deixaram de notar outras itens de maior gravidade. Partindo do pressuposto que já identificamos alguma falha, é imprescindível que hajamos de forma natural e educada para que possamos tirar proveito do momento e assim levantar outros fatores de risco no local.Para isso vamos usar algumas técnicas de abordagem conforme os itens abaixo:
1- Ao chegarmos ao local em que se está executando uma tarefa, vamos primeiro observar a área de modo geral;
2- É importante nesse momento, observar a área como um todo, ou seja, equipamentos e também os funcionários que ali trabalham;
3- Procuramos atrair a atenção da pessoa sem, no entanto colocá-la em risco. Jamais grite. Coloque-se em uma posição em que o funcionário possa vê-lo;
4- Assim que o trabalho for paralisado, aproxime-se. Se a pessoa não lhe conhecer, identifique-se e cumprimente-a. Isso faz parte da educação e também torna o diálogo mais agradável;
5- Procure elogiar o comportamento da pessoa ressaltando os pontos positivos da situação. Jamais chegue falando que algo está errado. Isso faz com que a pessoa se feche e não diga mais nada;
6- Durante a conversa, tente fazer com que a própria pessoa fale o que é que está errado em sua tarefa. Provavelmente neste momento ele já estará totalmente “desarmado” e, portanto indicará até os problemas que você não estava vendo;
7- Lembre-se! O ponto principal não é o que a pessoa está fazendo de errado, mas sim, as conseqüências do ato. Seja ele consciente ou não;
8- Se você seguiu os itens anteriores, possivelmente seu interlocutor dará sugestões de melhorias para sua área de trabalho. Se isto não acontecer naturalmente, pergunte o que pode ser feito para deixar sua área mais segura;
9- Importantíssimo! Ao despedir-se, agradeça pela cooperação. Se você esquecer-se de agradecer, de nada terá adiantado seguir os oito itens anteriores e:
10- Seja sempre educado. Jamais altere sua voz. Mesmo em situações difíceis mantenha-se sereno. Mostre que você só quer ajudar. Se a pessoa se alterar e a situação não for de risco iminente, volte mais tarde. Lembre-se: esse pode não ser o momento oportuno para a abordagem.É interessante ressaltar que não existe uma fórmula perfeita de abordagem, o que apresentamos aqui são algumas técnicas que podem ser complementadas com os conhecimentos e experiências de cada um.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

ORATÓRIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO

ELEMENTOS IMPORTANTES DE UMA BOA COMUNICAÇÃO:

O conteúdo verbal corresponde a apenas 7% do impacto na comunicação; o modo como se fala, ou seja, as qualidades vocais, são responsáveis por 38% e o não verbal (linguagem corporal) por 55%. Portanto, a forma como se diz é mais importante do que aquilo que é dito.

CUIDADOS IMPORTANTES:

  • Postura: expressão corporal, gestos (naturalidade), posição das pernas, movimento das mãos, posição da cabeça, expressão fácil, contato visual, movimentação corporal.
  • Fala: pronúncia correta das palavras, ritmo, velocidade, volume e intensidade, tonalidade da voz, respiração correta, expressividade, uso de pausas, cuidados com a voz.
  • Atitudes: sinceridade/entusiasmo (acreditar no que diz), sensibilidade (capacidade de manifestar a emotividade durante a exposição), observar o grupo (auxília na percepção do clima do grupo, interesse), criatividade e improvisação.

PRINCIPAIS HABILIDADES PARA APRESENTAÇÕES:

Empatia (perceber o grupo), harmonia pessoal (envolvimento com a apresentação estar bem consigo mesmo), manter o próprio estado (estado emocional), flexibilidade.

REDUZINDO A ANSIEDADE:

Praticar a exposição, leitura em voz alta, organizar o pensamento, visualizar a apresentação, fazer um exercício de relaxamento.

ORGANIZAÇÃO DE UMA APRESENTAÇÃO:

Preparação:
  • Qual o objetivo da apresentação?
  • Quem serão os ouvintes?
  • Quanto tempo deve durar?
  • Local?
  • Uso de recursos audiovisuais será necessário?
Conteúdo:

  • Conhecimento do assunto
  • Domínio do conteúdo
  • Profundidade
  • Credibilidade
  • Memória
Estrutura:

  • Abertura ou Introdução
  • Desenvolvimento
  • Fechamento
  • Capacidade de síntese

Todas as pessoas deveriam dominar a técnica de falar em público. É claro que ninguém precisa ser um palestrante profissional pra falar em público. O que mais atrapalha é o medo de se expor. A maior dificuldade que esta no medo. Quem fala, deve transformar a adrenalina em energia e vigor na hora da comunicação.
Uma boa técnica pra eliminar o medo na hora de falar em público é não começar falando logo de cara sobre o assunto, mas começar falando de si mesmo, da sua família, do seu time de futebol, falar de amenidades, essa técnica, reduz a tensão do orador e também permite que o público, enxergue você como um ser humano e passe a revelar as suas falhas. Além disso, se você começar falando sobre aquilo que esta acostumado a falar, você vai evitar aquele branco na memória (esse sim, é o maior pavor na hora de falar em público).
Tudo fica mais fácil, quando você começa falando de um assunto corriqueiro, pois depois desse aquecimento vai ser tranqüilo fazer uma transição pro assunto de suas palestra. As suas características naturais também podem servir como uma moldura para o seu discurso. Se você tem um perfil bem humorado e costuma contar piadas para os amigos em rodas de amigos, pode usar essa característica. Mas, nem tente ser engraçado em público se não for esse o seu jeito de ser quando você esta entre amigos.
Analisar bem o público, a ocasião, os objetivos; quem fala em público, esta ali como alguém que vai vender um produto, que no caso, são as suas idéias.
Com isso, você pode treinar no espelho, gravar você falando com isso você vai poder perceber falhas em seu comportamento, como a entonação da voz, aprender fazer uso do silêncio, evitar os vícios de linguagem (com o uso excessivo de expressões), movimentos estranhos com o corpo ou com as mãos.