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segunda-feira, 4 de junho de 2012

CURSOS TÉCNICOS

90% DOS ESTUDANTES COM FORMAÇÃO TÉCNICA TEM GRANDES CHANCES E INGRESSAR NO MERCADO DE TRABALHO.



Lista de cursos técnicos reconhecidos pelo MEC


- Área de Recursos Naturais
Técnico em Agricultura
Técnico em Agroecologia
Técnico em Agronegócio
Técnico em Agropecuária
Técnico em Aquicultura
Técnico em Cafeicultura
Técnico em Equipamentos Pesqueiros
Técnico em Florestas
Técnico em Fruticultura
Técnico em Geologia
Técnico em Mineração
Técnico em Pesca
Técnico em Recursos Minerais
Técnico em Recursos Pesqueiros
Técnico em Zootecnia

- Área de Produção Industrial
Técnico em Açúcar e Álcool
Técnico em Biocombustíveis
Técnico em Calçados
Técnico em Celulose e Papel
Técnico em Cerâmica
Técnico em Construção Naval
Técnico em Curtimento
Técnico em Fabricação Mecânica
Técnico em Impressão Gráfica
Técnico em Impressão Offset
Técnico em Joalheria
Técnico em Móveis
Técnico em Petróleo e Gás
Técnico em Plásticos
Técnico em Pré-Impressão Gráfica
Técnico em Tecelagem
Técnico em Vestuário

- Área de Produção Cultural e Design
Técnico em Arte Circense
Técnico em Arte Dramática
Técnico em Artes Visuais
Técnico em Artesanato
Técnico em Canto
Técnico em Composição e Arranjo
Técnico em Comunicação Visual
Técnico em Conservação e Restauro
Técnico em Dança
Técnico em Design de Calçados
Técnico em Design de Embalagens
Técnico em Design de Interiores
Técnico em Design de Joias
Técnico em Design de Móveis
Técnico em Documentação Musical
Técnico em Fabricação de Instrumentos Musicais
Técnico em Instrumento Musical
Técnico em Modelagem do Vestuário
Técnico em Multimídia
Técnico em Paisagismo
Técnico em Processos Fotográficos
Técnico em Produção de Áudio e Vídeo
Técnico em Produção de Moda
Técnico em Publicidade
Técnico em Rádio e Televisão
Técnico em Regência

- Área de Produção Alimentícia
Técnico em Alimentos
Técnico em Agroindústria
Técnico em Apicultura
Técnico em Cervejaria
Técnico em Confeitaria
Técnico em Panificação
Técnico em Processamento de Pescado
Técnico em Viticultura e Enologia

- Área Militar
Técnico em Comunicações Aeronáuticas
Técnico em Controle de Tráfego Aéreo
Técnico em Desenho Militar
Técnico em Eletricidade e Instrumentos Aeronáuticos
Técnico em Equipamentos de Voo
Técnico em Estrutura e Pintura de Aeronaves
Técnico em Fotointeligência
Técnico em Guarda e Segurança
Técnico em Hidrografia
Técnico em Informações Aeronáuticas
Técnico em Manobras e Equipamentos de Convés
Técnico em Material Bélico
Técnico em Mergulho
Técnico em Operação de Radar
Técnico em Operação de Sonar
Técnico em Operações de Engenharia Militar
Técnico em Preparação Física e Desportiva Militar
Técnico em Sensores de Aviação
Técnico em Sinais Navais
Técnico em Sinalização Náutica
Técnico em Suprimento

- Área de Infraestrutura
Técnico Aeroportuário
Técnico em Agrimensura
Técnico em Carpintaria
Técnico em Desenho de Construção Civil
Técnico em Edificações
Técnico em Estradas
Técnico em Geodésia e Cartografia
Técnico em Geoprocessamento
Técnico em Hidrologia
Técnico em Manutenção de Aeronaves
Técnico em Portos
Técnico em Saneamento
Técnico em Trânsito
Técnico em Transporte Aquaviário
Técnico em Transporte de Cargas
Técnico em Transporte Dutoviário
Técnico em Transporte Ferroviário
Técnico em Transporte Rodoviário

- Área de Informação e Comunicação
Técnico em Informática
Técnico em Informática para Internet
Técnico em Manutenção e Suporte em Informática
Técnico em Programação de Jogos Digitais
Técnico em Redes de Computadores
Técnico em Sistemas de Comutação
Técnico em Sistemas de Transmissão
Técnico em Telecomunicações

- Área de Hospitalidade e Lazer
Técnico em Agente Comunitário de Saúde
Técnico em Análises Clínicas
Técnico em Biotecnologia
Técnico em Citopatologia
Técnico em Controle Ambiental
Técnico em Enfermagem
Técnico em Equipamentos Biomédicos
Técnico em Estética
Técnico em Farmácia
Técnico em Gerência em Saúde
Técnico em Hemoterapia
Técnico em Saúde Bucal
Técnico em Imagem Pessoal
Técnico em Imobilizações Ortopédicas
Técnico em Massoterapia
Técnico em Meio Ambiente
Técnico em Meteorologia
Técnico em Nutrição e Dietética
Técnico em Óptica
Técnico em Órteses e Próteses
Técnico em Podologia
Técnico em Prótese Dentária
Técnico em Radiologia
Técnico em Reabilitação de Dependentes Químicos
Técnico em Reciclagem
Técnico em Registros e Informações em Saúde
Técnico em Segurança do Trabalho
Técnico em Vigilância em Saúde

- Área de Gestão e Negócios
Técnico em Administração
Técnico em Comércio
Técnico em Comércio Exterior
Técnico em Contabilidade
Técnico em Cooperativismo
Técnico em Finanças
Técnico em Logística
Técnico em Marketing
Técnico em Qualidade
Técnico em Recursos Humanos
Técnico em Secretariado
Técnico em Seguros
Técnico em Serviços de Condomínio
Técnico em Serviços Públicos
Técnico em Transações Imobiliárias
Técnico em Vendas

- Área de Controle e Processos Industriais
Técnico em Análises Químicas
Técnico em Automação Industrial
Técnico em Eletroeletrônica
Técnico em Eletromecânica
Técnico em Eletrônica
Técnico em Eletrotécnica
Técnico em Manutenção Automotiva
Técnico em Máquinas Navais
Técnico em Mecânica
Técnico em Mecatrônica
Técnico em Metalurgia
Técnico em Petroquímica
Técnico em Química
Técnico em Refrigeração e Climatização
Técnico em Sistemas a Gás

- Área de Controle e Processos Industriais
Técnico em Análises Químicas
Técnico em Automação Industrial
Técnico em Eletroeletrônica
Técnico em Eletromecânica
Técnico em Eletrônica
Técnico em Eletrotécnica
Técnico em Manutenção Automotiva
Técnico em Máquinas Navais
Técnico em Mecânica
Técnico em Mecatrônica
Técnico em Metalurgia
Técnico em Petroquímica
Técnico em Química
Técnico em Refrigeração e Climatização
Técnico em Sistemas a Gás

- Área de Apoio Educacional
Técnico em Alimentação Escolar
Técnico em Biblioteconomia
Técnico em Infraestrutura Escolar
Técnico em Multimeios Didáticos
Técnico em Oritentação Comunitária
Técnico em Secretaria Escolar

- Área de Ambiente, Saúde e Segurança
Técnico em Agente Comunitário de Saúde
Técnico em Análises Clínicas
Técnico em Biotecnologia
Técnico em Citopatologia
Técnico em Controle Ambiental
Técnico em Enfermagem
Técnico em Equipamentos Biomédicos
Técnico em Estética
Técnico em Farmácia
Técnico em Gerência em Saúde
Técnico em Hemoterapia
Técnico em Saúde Bucal
Técnico em Imagem Pessoal
Técnico em Imobilizações Ortopédicas
Técnico em Massoterapia
Técnico em Meio Ambiente
Técnico em Meteorologia
Técnico em Nutrição e Dietética
Técnico em Óptica
Técnico em Órteses e Próteses
Técnico em Podologia
Técnico em Prótese Dentária
Técnico em Radiologia
Técnico em Reabilitação de Dependentes Químicos
Técnico em Reciclagem
Técnico em Registros e Informações em Saúde
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
Técnico em Vigilância em Saúde

domingo, 20 de maio de 2012

O QUE VALE MAIS NO MERCADO DE TRABALHO: A TEÓRIA OU A PRÁTICA?

A resposta é óbvia vale mais quem sabe transformar a teória em resultados práticos. De cada 1000 pessoas que assistem televisão, talvez uma tenha uma vaga noção de como as imagens são captadas e transmitidas. Eu estou entre as 999 que não fazem nem idéia, justamente porque  nenhum de nós precisa entender de capatação transmissão e recepção para poder desfrutar do resultado. A gente só tem que apertar o botão no controle remoto e o milagre acontece. Mas, aparelhos de televisão as vezes estragam e então é preciso chamar um técnico. E o técnico é um especialista, portanto ele sabe como a televisão funciona. Mas ainda não é bem assim, porque salvo raras excessões  um técnico sabe porque a televisão estragou, mas não como ela gera e transmite imagens, mas o seu conhecimento teórico e quanto prático permite que ele faça o que se espera que ele faça que é consertar o aparelho. 
Com as empresas também é a mesma coisa. A empresa vê o funcionário assim como nós vemos o técnico de televisão. Se ele nos der uma brilhante aula teórica de como a televisão funciona, mais não resolver o problema da imagem, nos vamos procurar outro técnico.
Na carreira profissional também há pessoas cheio de diplomas que entendem de tudo e sabem explicar qualquer coisa detalhadamente, mas na hora de uma promoção eles são ultrapassados por outros com menos formação acadêmica, mais com uma visão mais realista do que a empresa esperava deles.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

UM NOVA PROFISSÃO DE TÉCNOLOGO À VENDA PARA O MERCADO


Nos últimos anos, temos nos deparado com o surgimento de diversos cursos com habilitação para tecnólogo em segurança do trabalho. Isso tem colocado os interessados em fazer esse curso em situação de total confusão sobre a legalidade de inserção no mercado de trabalho.
O Ministério do Trabalho e Emprego, historicamente, adota o princípio da não regulamentação de nova profissão que conflite com funções de outra profissão já existente. Nesse contexto, é sabido que já existem profissões regulamentadas com funções específicas para a área de segurança do trabalho.
Essas funções cabem aos técnicos de segurança do trabalho, em nível médio, e aos engenheiros de segurança, em superior. Percebe-se que ocorre conflito de competências e de funções entre esses dois profissionais, torna-se, assim, fácil concluir que a criação de uma terceira profissão para ocupar as mesmas bases de funções acirraria ainda mais este quadro. Além de representar uma quebra de princípio para regulamentação de profissões.
Fica evidente que os interressados em vender o curso de tecnólogo, que defendem a regulamentação dessa nova profissão, não são comprometidos com as relações de trabalho e com uma política de cursos profissionalizantes , por se tratarem de estabelecimentos de ensino que visam apenas vender um produto.
O “curso de tecnólogo em segurança” é visto, dessa forma, como alternativa de receita já que os cursos de formação de técnico de segurança estão esgotados. Esse esgotamento se dá pelo fato de que no Estado de São Paulo, nos últimos 10 anos, o número de escolas de formação de Técnico em Segurança saltou de 10 para 280. Isso resultou em uma oferta de profissionais excessivamente maior do que o mercado de trabalho necessitava, chegando a dados concretos de mais de 35% dos técnicos de segurança formados sem oportunidade de inserção no mercado de trabalho. Chegou-se ao absurdo de uma classe inteira de uma Escola, formada há 3 anos, onde nenhum profissional conseguiu até o momento o 1º emprego como Técnico de Segurança do Trabalho.
Diante deste quadro, indaga-se qual o papel do MEC, das Secretarias Estaduais de Ensino e do Conselho de Educação em não conter este quadro. O que se verifica é o desinteresse destes órgãos do governo, servindo apenas como depósitos de planos de cursos e aos interesses comerciais destes estabelecimentos de ensino, assessorados por profissionais irresponsáveis. Os vendedores destas iniciativas junto a estabelecimentos de ensino e os proprietários desses locais deveriam ser penalizados em esferas como MTE, MPT e Defesa do Consumidor.
É sabido, ainda, que para execução das ações técnicas em segurança e saúde do trabalho, conforme a NR-4, há o SESMT composto por 4 profissões - Técnicos de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança, Médico do Trabalho e Enfermagem do Trabalho. No entanto, experiências têm demonstrado que, de acordo com as especialidades, mais de 20 outras profissões poderão fazer interface de forma complementar. Nesse quadro, o “tecnólogo em segurança” é absolutamente dispensável para não se sobrepor às funções dos técnicos de segurança e engenheiro de segurança do trabalho.
Por outro lado, os estabelecimentos de ensino do Estado de São Paulo, apesar de alertados previamente sobre esta iniciativa irresponsável, vêm persistindo na continuidade destes cursos. Parece haver uma certeza de impunidade em relação ao Estado. Pretende-se, assim, a regulamentação desta profissão junto ao MTE ou reconhecimento dos mesmos como técnicos de segurança, saindo da condição de vendedores de produto enganoso e apostando na possibilidade de sensibilização do MTE em solucionar uma situação eventualmente de caráter social. No entanto, essa regulamentação não atende às necessidades dos trabalhadores, nem visa à segurança dos mesmos. Além de aumentar os problemas ao invés de solucioná-los.
Para quem defende a inserção do tecnólogo como solução de demanda de mercado de trabalho, lembramos que este mercado historicamente carece de especialistas, ou seja, técnico de segurança com especialização por segmento de atividades de produção ou serviços. Assim, técnicos de segurança se especializariam em áreas como construção civil, metalúrgica, química, eletricidade, entre outras. Além disso, a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) reconhece como curso de extensão por especialidade aqueles com no mínimo 20% do curso de formação. No caso do técnico de segurança que na sua formação requer 1200 horas / aulas de forma presencial, as especializações deverão ser no mínimo de 240 horas de curso.
Não somos contra a educação continuada e nem do emprego da tecnologia no ensino, porém não podemos admitir esta venda de sonhos, sabendo-se que o tecnólogo de segurança do trabalho não poderá fazer complementação para Engenharia de Segurança por falta de reconhecimento pelo MEC e Sistemas CONFEA / CREA.
Aos que procuram encurtar o caminho para a formação superior de 3º grau, lembramos que conforme dados da OIT e do próprio mercado de trabalho, os profissionais de nível técnico são os mais requisitados, havendo uma carência de mão de obra técnica no mundo. Assim sendo, nós, técnicos de segurança do trabalho, devemos investir na auto-estima e na especialização, sem entrar em modismo ou jogo de interesse especulativo, que não leva em conta os princípios de defesa da preservação da saúde do trabalhador de forma responsável.
Vale lembrar ainda que se a solução para implementação das ações técnicas no Brasil dependesse somente de profissionais de nível superior, discurso de quem defende a profissão de tecnólogo como substituto natural do técnico de segurança no futuro, a lógica seria acabar com a profissão de técnico de segurança, deixando o espaço para que o engenheiro de segurança resolvesse todos os problemas de segurança do trabalho.
Portanto sejamos socialmente responsáveis. E os que se sentirem enganados, devem buscar reparação dos prejuízos morais e econômicos, por ação ou omissão dos diretamente responsáveis. O conformismo e imobilismo são nossos principais inimigos e base de sustentação dos especuladores da boa fé dos cidadãos do bem.

Fonte: Sintesp - Armando Henrique (Presidente)