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domingo, 12 de janeiro de 2014

​AS 10 ATITUDES QUE AGRADAM SEU CHEFE E PODEM AJUDAR NA SUA CARREIRA


Em uma empresa sempre há hierarquia, seja você um profissional de nível técnico ou PhD. Há um superior responsável em analisar o trabalho, ajudar, acompanhar e se responsabilizar pelos resultados.

Desde o primeiro nível profissional o estudante entra em contato direto com seu superior hierárquico, pois começa no estágio onde fica com o profissional de sua área acompanhando todo o seu desenvolvimento e transmitindo seu conhecimento.

Após formado o profissional sempre irá responder a um superior direto ou indireto e isso é muito positivo. Conheça algumas atitudes podem permitir a harmonia entre esse relacionamento:



- Respeite seu chefe e todos seus superiores

- Demonstre-se interessado pelos projetos de seu chefe

- Participe de seus interesses, obtenha mais conhecimento sobre o trabalho dele

- Mostre que o trabalho dele é importante e opine, dê sugestões de melhorias e crescimento

- Seja um formador de opinião e não omisso a tudo que surge na empresa

- Divida seu conhecimento, pois mesmo ele sendo chefe, não sabe tudo e você pode agregar algo a carreira proposta

- Honre seu chefe, pois se ele está nesse cargo foi porque ele mereceu, não subestime e nem fale mau dele

- Seja cordial, uma pessoa simpática, educada e prazerosa ganha espaço nas organizações

- Absorva tudo o que puder de seu superior, com certeza ele tem muito a te oferecer

- Não perca tempo buscando outros interesses dentro da empresa que não seja seu alvo. Não permita que pessoas venham te desvirtuar do caminho.

Essas dicas poderão te ofertar um ambiente de trabalho mais equilibrado e produtivo. Faça da sua carreira um caminho trilhado com honra, integridade e honestidade.

Seguir uma carreira profissional não é fácil, não é para qualquer um, também ser mais um no mercado só faz volume. Seja um profissional dedicado, interessado, inovador e conte com a ajuda de outros, pois sozinho dificilmente será possível chegar ao fim.

Desfrute de toda a carreira, desde os estudos até sua maior experiência. Deixe um legado, faça algo diferente e marque a história. Você pode e deve fazer a diferença.

Apesar das universidades estarem lotadas, ainda não é suficiente. Muitos começam o curso, desistem no primeiro módulo, no decorrer dos anos ou se formam e nunca atuam no que escolheram. O Brasil é carente de bons profissionais, então sinta-se orgulhoso sabendo que foi vitorioso de ter terminado um curso e que trilhar uma carreira é para poucos. Obter sucesso é para os mais que vencedores.

“Deixe sua marca na história”

sábado, 6 de abril de 2013

CONSULTORIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO

Hoje para prestar trabalhos de consultoria procura-se apenas aquelas empresas que querem fazer PREVENÇÃO. E que vejam a necessidade a implantar a PREVENÇÃO em suas empresas.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A HISTÓRIA DA ADMINISTRAÇÃO

A História da Administração


A história da Administração iniciou-se num tempo muito remoto, mais precisamente no ano 5.000 a .C, na Suméria, quando os antigos sumiríamos procuravam melhorar a maneira de resolver seus problemas práticos, exercitando assim a arte de administrar.
Na evolução histórica da administração, duas instituições se destacaram: a Igreja Católica Romana e as Organizações Militares.
A Igreja Católica Romana pode ser considerada a organização formal mais eficiente da civilização ocidental. Através dos séculos vem mostrando e provando a força de atração de seus objetivos, a eficácia de suas técnicas organizacionais e administrativas, espalhando-se por todo mundo e exercendo influência, inclusive sobre os comportamentos das pessoas, seus fiéis.
As Organizações Militares evoluíram das displicentes ordens dos cavaleiros medievais e dos exércitos mercenários dos séculos XVII e XVIII até os tempos modernos com uma hierarquia de poder rígida e adoção de princípios e práticas administrativas comuns a todas as empresas da atualidade.


A Administração Científica


Em 1911, Taylor publicou o livro considerado como a “bíblia” dos organizadores do trabalho: Princípios da Administração Científica, que tornou-se um best-seller no mundo inteiro.
Reconhece-se hoje que as propostas pioneiras de Taylor deflagraram uma ”febre” de racionalização, que prepararam o terreno para o advento do TQC (Total Quality Control), ocorrido ao longo do pós-guerra.
As propostas básicas de Taylor: planejamento, padronização, especialização, controle e remuneração trouxeram decorrências sociais e culturais da sua aplicação, pois representaram a total alienação das equipes de trabalho e da solidariedade grupal, fortes e vivazes no tempo da produção artesanal. Apesar das decorrências negativas para a massa trabalhadora, que as propostas de Taylor acarretaram não se pode deixar de admitir que elas representassem um enorme avanço para o processo de produção em massa.
Paralelamente aos estudos de Taylor, Henri Fayol, que era francês, defendia princípios semelhantes na Europa, baseado em sua experiência na alta administração. Enquanto os métodos de Taylor eram estudados por executivos europeus, os seguidores da Administração Científica só deixaram de ignorar a obra de Fayol quando a mesma foi publicada nos Estados Unidos. O atraso na difusão generalizada das idéias de Fayol fez com que grandes contribuintes do pensamento administrativo desconhecessem seus princípios. Fayol relacionou 14 (quatorze) princípios básicos que podem ser estudados de forma complementar aos de Taylor.
As 05 (cinco) funções precípuas da gerência administrativa como: planejar, comandar, organizar, controlar e coordenar, o já conhecido e exaustivamente estudado nas escolas de administração – PCOCC – são os fundamentos da Teoria Clássica defendida por Fayol. Esta Teoria considera: a obsessão pelo comando, a empresa como sistema fechado e a manipulação dos trabalhadores, que, semelhante à Administração Científica, desenvolvia princípios que buscavam explorar os trabalhadores.
Traçando-se um paralelo entre a Administração Científica e a Administração Clássica, conclui-se que enquanto Taylor estudava a empresa privilegiando as tarefas de produção, Fayol a estudava privilegiando as tarefas da organização. A ênfase dada pelo primeiro era sobre a adoção de métodos racionais e padronizados e máxima divisão de tarefas, enquanto o segundo enfatizava a estrutura formal de empresa e a adoção de princípios administrativos pelos altos escalões.
Na história da evolução da Administração não se pode esquecer a valiosa contribuição de Elton George Mayo, o criador da Teoria das Relações Humanas, desenvolvida a partir de 1940, nos Estados Unidos e mais recentemente, com novas idéias, com o nome de Teoria do Comportamento Organizacional. Ela foi, basicamente, o movimento de reação e de oposição à Teoria Clássica da Administração, com ênfase centrada nas pessoas. Teve como origem: a necessidade de humanizar e democratizar a administração, o desenvolvimento das chamadas ciências humanas (psicologia e sociologia), as idéias da filosofia pragmática de John Dewey e da Psicologia Dinâmica de Kurt Lewin e as conclusões do Experimento de Hawthorne, já bastante estudado e discutido nas escolas de administração. Em 1932, quando a experiência foi suspensa, estavam delineados os princípios básicos da Escola de Relações Humanas, tais como: o nível de produção como resultante da integração social, o comportamento social do empregado, a formação de grupos informais, as relações interpessoais, a importância do conteúdo do cargo e a ênfase nos aspectos emocionais.
A partir de 1950 foi desenvolvida a Teoria Estruturalista, preocupada em integrar todas as teorias das diferentes escolas acima enumeradas, que teve início com a Teoria da Burocracia de Max Weber, que se baseia na racionalidade, isto é, na adequação dos meios aos objetivos (fins), para que se obtenha o máximo de eficiência.
Convém citar ainda, a Teoria de Sistemas desenvolvida a partir de 1970, que passou a abordar a empresa como um sistema aberto em contínua interação com o meio ambiente que o envolve e a Teoria da Contingência, desenvolvida no final da década de 1970. Para essa teoria a empresa e sua administração são variáveis dependentes do que ocorre no ambiente externo, isto é, a medida que o meio ambiente muda, também ocorrem mudanças na empresa e na sua administração como conseqüência.
Assim sendo, os princípios fundamentais das Teorias de Taylor, Fayol, Mayo e Weber foram e serão sempre os pilares da evolução e do desenvolvimento da ciência da Administração e que têm motivado e impulsionado os estudos, pesquisas,trabalhos e obras dos seus seguidores até os nossos dias.
É importante conhecer a história da Administração no Brasil e os precursores da luta de torná-la reconhecida. A história da Administração iniciou-se em 1931, com a fundação do Instituto da Organização Racional do Trabalho – IDORT, que contava com o Professor Roberto Mange, suíço naturalizado, na sua direção técnica.

A administração na última década


Inicia-se, assim, um novo tempo de desenvolvimento e aperfeiçoamento da Administração, como Ciência e como Profissão. A tecnologia moderna aliada aos cientistas, pesquisadores e professores, com seus mecanismos, estudos e trabalhos vêm provando que Administrar é necessário, proveitoso e imprescindível em qualquer segmento, contexto ou situação na vida das pessoas, das empresas e das entidades.
Neste ano de 2005 a profissão de Administrador completa, oficialmente, 40 anos de sua criação no Brasil e no decorrer dessas quatro décadas é inegável o crescimento e o aperfeiçoamento das pessoas e instituições que estudam, ensinam, trabalham, dirigem ou fiscalizam a profissão do Administrador, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas.
Atualmente existem mais de 1.700 instituições de ensino superior e de especialização na área de Administração, um contingente de mais de 300.000 profissionais registrados em todo país, 600.000 alunos cursando administração, além da demanda aos vestibulares da área, que só perdem para os dos cursos de medicina.